Estou agora a trabalhar numa zona do edifício diferente do habitual e é um género de open space. Há aqui um destruidor eléctrico de papel. Neste projecto temos que destruir tudo o que fica em draft, e então há grande uso da maquina. Acontece que esta está cheia desde que ca cheguei... e todos os dias as mesmas pessoas, as que aqui têm posto fixo, insistem em por la mais papel. Só quando a maquina rejeita se lembram que està cheia e comentam uns com os outros que está cheia mas... ninguem a esvazia!!!!!!!
Tipico em Portugal, mais que o Galo de Barcelos...
sexta-feira, agosto 04, 2006
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2 comentários:
Passo por situações semelhantes aqui no banco com:
- o papel das impressoras
- a limpeza da máquina de encadernações
- o cesto comunitário da fruta
Todos nós passamos por situações parecidas. Peculiarmente, fiquei marcado pelas máquinas da água. Como qualquer rapazito que se preze (ver http://campolide.blogspot.com/2004/11/aventura-de-ser-rapaz.html), não podia deixar de sentir algum prazer quando surgia, diante de mim, alguém cheiinho de sede e incapaz de substituir o garrafão da água que se encontrava vazio.
É claro que, tal como o Esteves Cardoso advertiu, o “contacto prolongado” com a companhia feminina descaracterizou-me. Depois de uma insistente série de “Oh João, francamente!”, houve um dia em que fui praticamente forçado a mudar a bodega do garrafão. Desde então, um dos momentos mais engraçados e recorrentes do escritório ficou irremediavelmente perdido.
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