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terça-feira, janeiro 13, 2009

Classificados - Emprego

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E que tal mudar de emprego?

A Austrália abriu um concurso para o que designou por "melhor emprego do mundo". Muito resumidamente, o trabalho consiste em ir para uma ilha paradisíaca, uma das ilhas da Grande Barreira de Corais, por um período de seis meses (a parte má da história: são apenas seis meses), com estadia paga e recebendo um salário próximo de 100 mil dólares. São necessárias algumas qualificações, não académicas, como por exemplo saber nadar e mergulhar.

Detalhes do programa e inscrições (até 22 de Fevereiro) encontram-se em www.islandreefjob.com. Recomendam-se doses consideráveis de paciência/persistência para entrar no site. Parece que há muita gente interessada neste emprego.


Por mim, estes programas podem virar moda!

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Casa*

Como indicado pelo asterisco, vamos tentar perceber aquilo que para muitos é considerado a casa óptima, desvalorizando estruturas anti-sísmicas que pode ou não ter, jardins, piscinas, luminosidade, bares de alterne a 45 metros de distância e outros pormenores importantes, tendo apenas em consideração o seguinte: tenho 26 anos, não tenho mulher, nem filhos e os meus pais podem e devem ficar noutra casa sem ser a minha.

Qual parecerá a escolha indicada? T-4 ou T-5?


domingo, outubro 19, 2008

Crise de 29

Sem dúvida, um dos factores que contribuiu para que eu fosse parar a Campolide.

Mecanismos da crise de 1929 (e o famoso ciclo vicioso):


Como gostei desta matéria! Na altura, na disciplina de História...
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segunda-feira, setembro 24, 2007

Princípios de Economia

Bem sei que há uns tempos me comprometi a não postar vídeos aqui no blog. Acontece que nas minhas navegações randómicas pela web descobri este precioso vídeo sobre os 10 princípios de economia do Mankiw, e, sendo este um blog de economistas, e dado que se trata de um assunto de que todos nós - os bloggers da casa pelo menos - recordamos bem, opa, não resisti a partilhar isto com todos, porque confesso, ainda que isso possa parecer xoné, que me ri com isto.

Eis os 10 princípios de economia do Mankiw, desconstruídos por um economista:

quinta-feira, maio 17, 2007

A Economia da Felicidade

Quantos de nós partilharam com família e amigos que estudámos economia e perceberam que a maioria dessas pessoas pensa que basicamente estudávamos coisas relacionadas com dinheiro? Arriscaria dizer que muitos. E no entanto, apesar de achar errada essa ideia, não deixo de lhe reconhecer algum sentido.

Pessoalmente, penso na economia como a ciência que estuda as melhores formas de alocar recursos, com o objectivo - ainda que ideal, ainda que subjectivo – de promover o bem-estar geral na sociedades. Admito, contudo, que se associe a economia ao dinheiro, já que, de facto, não tenho como negar que hoje em dia a preocupação dos economistas aparenta ser, de facto, a criação de riqueza. E quer-me parecer que vivemos há demasiado tempo consumidos por esta preocupação com o dinheiro que temos...

Acho que li há uns tempos, ou um artigo da, ou um artigo que mencionava um artigo da Economist – estas coisas acontecem-me, não saber se li, se sonhei, se estou a inventar – sobre uma problemática com que se debatem actualmente alguns economistas, e que seria o paradoxo de, nas sociedades ocidentais, as pessoas viverem hoje com mais recursos, mas serem simultaneamente mais infelizes.

Caros referidos economistas, concordo! Concordo que há uma falha nos modelos económicos. Talvez mesmo nas políticas económicas. Anda toda a gente a fermentar ideias para que fiquemos mais ricos, sem que lhes ocorra que talvez a felicidade seja, até certo ponto, independente da riqueza. É que afinal de contas, queremos ser mais ricos para quê? Desconheço o sentido da vida, mas parece-me evidente que deve ser a felicidade, e não a riqueza, o derradeiro objectivo da sociedade, e, portanto, da economia.
:)

quarta-feira, maio 16, 2007

Sinergias


Poucas matérias económicas serão tão fascinantes quanto o estudo das sinergias.
Em breves palavras, sinergias ocorrem quando duas ou mais empresas se juntam e referem-se ao ganho de valor decorrente dessa união. Isto é, o valor conjunto das empresas é superior à soma dos seus valores individuais.
Por exemplo, se tivermos três empresas assim... boas... a valerem cada uma 200 milhões de euros, a fusão dessas três empresas poderia resultar numa empresa com um valor, não de 600 milhões, mas tipo... de MIL MILHÕES!

Fascinante... E aplicável a toda uma variedade de matérias não económicas. É o chamado efeito grupal.
Há coisas fantásticas, não há?
:)