segunda-feira, outubro 24, 2005
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sexta-feira, outubro 14, 2005
13.10.2005
Nota - : Presidente da Républica. Continua calado em relação à vergonha que se passou na quarta-feira.
quinta-feira, outubro 13, 2005
Risco
aqui estou eu, em pleno bules, a arriscar a minha pele...
mas sim, consegui...
esperem...
vem aí alguém...
tenho de ir.
Abraços
12.10.2005
quarta-feira, outubro 12, 2005
1 - 2, experiência 1 - 2
11.10.2005
segunda-feira, outubro 10, 2005
09.10.2005
The beginning
segunda-feira, outubro 03, 2005
Super-Herois
Quero partilhar convosco uma situação que me irrita profundamente. Muitas pessoas têm uma necessidade incrível de se auto-promoverem. Penso, até, que muitas das coisas que fazem, não é por convicção pessoal, mas sim para se poderem congratular perante os outros. Ora, se é verdade que todos gostamos de ver reconhecidos os nossos feitos, não menos verdade é o ridiculo da auto-promoção. Devo esclarecer, que para mim é muito fácil detectar o grau de basófia de uma pessoa. O "armar-se em bom" para mim não é mais que um sintoma de uma clara falta de confiança. O facto de afirmar perante os outros: "sou muita bom", na verdade não é uma afirmação, mas sim uma interrogação.
Devo dizer, que me irrita bastante ouvir a minha mãe falar com outras mães sobre os filhos. É para mim irrelevante que a minha mãe se orgulhe das minhas qualidades. A questão que se coloca é se se orgulha de mim e até que ponto foi preponderante no meu percurso de vida. Gostar duma pessoa pelas suas qualidades é muito fácil.
Já que estou a pegar neste assunto, devo acrescentar que também me irrita a arrogância de muitas pessoas. Quando me refiro a arrogância, quero mencionar um tipo de atitude que considera as outras pessoas como inferiores apenas por terem formações diferentes ou opiniões divergentes. Neste campo devo dizer que os políticos são claros exemplos. Refiro-me a todos os quadrantes.
Dou portanto bastante valor ao meu pai. Sei que mesmo no casos de: mudança para outro clube, homosexalidade ou tornar-me abstémio, ele se orgulharia sempre de mim. Bem se calhar estou a exagerar...acho que o meu pai não iria tolerar uma mudança de clube...
Devo dizer que nunca fui de me andar a "armar aos cucos", mas tenho de confessar que houve alturas da minha vida em que os pés descolaram do chão, mas consegui sempre voltar à Terra e perceber todas as lições de humildade que a vida nos reserva. E são muitas mesmo. Pena é que muitas vezes não sejam explicitas e muitos não as percebam.