Hoje, e talvez apenas hoje, o ciclismo parece-me um desporto imune à clubite. Se assim não fosse, não poderia estar tão entusiasmado com a ida do José Azevedo para o Benfica.
Já imaginaram o que seria se as nossas equipas começassem a avançar com contratações de Armstrong, Basso, Ullrich e Vinokourov?
7 comentários:
Finalmente revelas-te...
Não funciona Tosttas. Apesar de importante, o elemento equipa não tem a mesma evidência no ciclismo do que nos desportos colectivos, como o futebol ou o basket.
Para mim, ciclismo é, como o ténis, para ver, apreciar e, no máximo, torcer ligeiramente por algum ciclista ou equipa com que se simpatize. Não dá para crises de nervos e pulos do sofá...
Caixa, estás esquizofrénico?
Eu estou.
Eu não.
Que desilusão! Estava à espera de comentários bastante mais exaltados. Só de escrever os nomes destes monstros do ciclismo actual fiquei com loucas saudades do Tour de 2005. As fugas incríveis do Vino, a luta incessante dos outros três, os confrontos galácticos entre a Discovery Channel Team e a T-Mobile Team, para sempre perdurarão na minha memória, naquele em que foi o último verão dos meus tempos de estudante.
Gostava de partilhar esse entusiasmo contigo, mas acho que nesse Verão já tinha perdido a inocência...
Ai o "gap" geracional...
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