sexta-feira, setembro 28, 2007

Rock'n'roll is back!

Caríssimos amigos os "campinões" do rock estão de volta a mais uma série DIY de concertos. Apareçam e divirtam-se à grande com a malta!

Datas:

6 de Outubro - Nicotine's Orchestra + Murdering Tripping Blues
3 de Novembro - Sean Riley & The Slowriders
8 de Dezembro - d3ö

Sempre às 23:00 pontuais no IN A BAR em Rio Maior (a 20 minutos das Caldas da Rainha e de Santarém!; a 50 minutos de Lisboa!)

Proximos Concertos:
Nicotine's Orchestra - 6 de Outubro



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Murdering Triping Blues - 6 de Outubro


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Sean Riley & The Slowriders - 3 de Novembro


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d3ö - 8 de Dezembro


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quarta-feira, setembro 26, 2007

2 ou 3 observações triviais sobre a vida

1. Sábado foi Dia Europeu sem Carros. Paralelamente a este evento, foi também o Dia Pessoal da Bicicleta Sem Pedais. Ando com uma vontade imensa de andar de bike. Infelizmente, o meu pedal esquerdo cai a cada 2 kms. Contei isto ao Zé Povinho e ele disse-me assim: "Meu amigo, o barato sai caro".

2. Não compreendo tanta publicidade às bolachas Oreo, sobretudo coisas como "a bolacha mais vendida do mundo". Eu não sou nada esquisito no que toca a bolachas, mas sinceramente, as Oreo não valem o papel em que estão empacotadas e jamais estragaria o meu copinho de leite com tal bosta!

3. Nestes dias, e isto já dura há coisa de quase 3 meses, por mais música que oiça, acabo sempre por ir dar ao mesmo...

LCD Soundsystem - Sound of Silver

Caramba, que este caíu-me mesmo no goto!

4. Outra publicidade curiosa que acabei de ver diz que "8 em cada 10 dentistas recomendam Aquafresh". Ora, eu fiz umas contas, e durante a minha vida acho que já conheci pelo menos 6 dentistas. Nenhum deles me recomendou Aquafresh. Sinto-me um outlier extremamente severo.

5. Ando a ler o meu primeiro livro do Stephen King e estou marabilhado! É uma sensação fantástica quando se descobre um autor de que se gosta. Entretanto, descobri também o prazer de ler em bancos de jardim ao fim-de-semana e vou-me questionando se será assim que começa a velhice.

6. O meu caminho para casa está a tornar-se cada vez mais penoso. Passo à porta de 2 churrasqueiras e o cheirinho a carvão e assados corrói-me até às entranhas! Sinto saudades de comer frango assado à la pata.

7. Raios, como tenho fome... E ainda falta tanto tempo para o pequeno-almoço!!!
:)

terça-feira, setembro 25, 2007

Morte ao caloiroooooooooooooooooo!

No caminho para casa, ao fim de uma tarde bem passada entre amigos, hã... ups... no trabalho, isto é o que queria dizer..., apercebi-me de algo que ainda não visto este ano. Estão aí as praxes!

Eu nunca fui um gajo de me encher de lamechices, mas bate uma saudade ver aquela juventude toda pintada com espuma de barbear na gadelha, baton por todo o lado, ovos pisados, e por aí adiante.

Isto relembra-me a minha eterna sina: aprender com os nossos próprios erros. Para aqueles que não sabem - e já devem ser poucos dos que andam por este cada-vez-mais-popularizado blogue – no primeiro dia de um recém-entrado na FEUNL, não se pode praxar. Mas o que poucas pessoas saberão, ou então muitas sabem e só eu é que não sabia na altura, sobretudo porque era um miúdo imaturo e arrogante de 17 aninhos, é que não se deve insultar o Dux.


Isso foi das primeiras coisas que aprendi na Nova. Mas preferia que alguém me tivesse ensinado isso de livre e espontânea vontade, sem cobrar nada em troca. Mas o que aconteceu foi precisamente o contrário, quando um gajo qualquer se virou para mim e me perguntou:


- Sabes quem é que acabaste de insultar?


A resposta foi bastante óbvia, mas levei uma semana a pensar se tinha valido a pena ter insultado o Dux ou a mãe dele ou lá o que foi. Penso que sim, pois o balanço final foi, apesar de tudo, bastante positivo. A verdade é que andei sempre entre os Reis das Praxes e mais ninguém para além daqueles “porreiros” me podiam tocar. Ah, é verdade, tive o prazer de assistir ao Tribunal de Praxe em primeira fila, mesmo no centro da acção, como poucos caloiros tiverem oportunidade para o fazer. Mas hoje provavelmente teria tentado controlar os meus ímpetos, afinal o sacana do Valverde e do Figas também assistiram ao Tribunal, apesar de não ser permitido entrada a caloiros, e praticamente ninguém lhes tocou.


Mas não guardo rancores. Além disso, a vida há-de trazer justiça ao mundo! Pelo menos assim espero...

segunda-feira, setembro 24, 2007

Princípios de Economia

Bem sei que há uns tempos me comprometi a não postar vídeos aqui no blog. Acontece que nas minhas navegações randómicas pela web descobri este precioso vídeo sobre os 10 princípios de economia do Mankiw, e, sendo este um blog de economistas, e dado que se trata de um assunto de que todos nós - os bloggers da casa pelo menos - recordamos bem, opa, não resisti a partilhar isto com todos, porque confesso, ainda que isso possa parecer xoné, que me ri com isto.

Eis os 10 princípios de economia do Mankiw, desconstruídos por um economista:

sábado, setembro 22, 2007

Se conduzir em Lisboa, não beba!

Pelo segundo dia consecutivo, fui mandado parar numa “operação stop”. Quinta-feira à noite, à saída do BBC, e ontem, no fim da Radial de Benfica.

Mesmo que se tenha tratado de uma pura coincidência, fiquei a pensar se o meu portentoso Renault Clio, 1.2, de 1993, terá o aspecto de carro roubado, de ser conduzido por alguém tão distraído que deixe os documentos em casa, ou alguém tão estúpido que se meta nos copos antes de conduzir.

Ainda não consigo ter certezas, mas já tomei uma decisão em relação a esta grande problemática. Estou a pensar comprar um Opel Astra GTC, de 150 cavalos, um Porche 911 Turbo, um BMW ZO 3.0, ou qualquer coisa parecida, com a clara expectativa de que os bófias parem de me chagar cada vez que vêem o meu Clio.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Para quem não saiba


1.6 million people
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Para aqueles que ainda não sabem, gosto de fotografia.
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Para aqueles que ainda não sabem, gosto de tirar fotografias.
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Para aqueles que também ainda não sabem, iniciei um photoblog.
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As obras de arte estão aqui e ali ao lado.
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Comentários, sugestões, já sabem a que porta bater...
e eu que pensava que esta coisa de escrever a branco para deixar espaços era tola...

segunda-feira, setembro 17, 2007

Tenho a confessar que...

Para uma pessoa como eu, que sofre de insónias e tem outros demais disturbios de sono, considero andar de avião uma actividade relaxante.

Chamem-lhe mudanças de pressiorização, chamem-lhe cadeiras confortáveis, chamem-lhe ter dormido pouco na noite anterior, chamem-lhe alhear-me da realidade à minha volta.

Em cinco viagens a Cabo Verde, o que dá umas belas 16 voltinhas de avião, não falhei umazinha...

P.S: Será que preciso de 4.000 euros para montar um simulador de avião em casa...

Excentri-cidade

Um dos aspectos peculiares de se viver na cidade é que se encontra todo o género de excêntricos.

Quando aqui há uns tempos uma destas personagens se sentou ao meu lado no comboio e encetou conversações com o seu próprio reflexo no vidro da janela do comboio, com o qual se chateou ao fim de uns minutos, chegando ao ponto de lhe bater com o chinelo, eu não só me borrei de medo com a possibilidade de levar uma facada ou, pior, uma chinelada no meio dos olhos em plena hora de ponta no comboio, como também pensei que acabava nesse momento de preencher a minha quota anual de encontros imediatos com esgroviados.

Estava errado.
Hoje à hora de almoço, enquanto deambulava, ensonado, pela rua, fui abordado por um original que me pediu quatro mil euros.
A minha resposta de “Como assim, quatro mil euros?!” demorou uns segundos a ser processada. No entretanto, pouco mais fui capaz do que dirigir ao senhor o meu olhar pensativo, de testa enrugada e um olho mais aberto que o outro, enquanto tentava perceber se estava a ser assaltado ou apanhado. Perguntei-lhe se ele queria umas moedas. Ele respondeu que não, que queria quatro mil euros. Vai daí puxei da carteira, abri-a, fingi que tirava uma nota e fiz-lhe um nhecos. Acho que ele não percebeu, mas ao menos diverti-me.
:)

quarta-feira, setembro 12, 2007

Casa-trabalho, trabalho-casa e o valor das opções

Aproveitei os meses de Verão, as férias alheias e a oportunidade que ambos me deram de fazer o IC19 em menos de uma hora, para me deslocar diariamente de carro para o trabalho. Agora que é Setembro, nem o facto de ter passado as últimas semanas em longas - por vezes desconfortáveis, mas em qualquer caso memoráveis - viagens de comboio, me belisca o prazer que tem sido voltar a andar de comboio na linha de Sintra.
Não estou a ser irónico. Confesso que eu próprio me surpreendi com quão agradável achei as deslocações casa-trabalho e trabalho-casa nesta rentré.

É verdade que senti, durante muito tempo, que dificilmente algum dia me manteria acordado num comboio. Ao primeiro tchun-tchun tchun-tchun – eis a triste onomatopeia que encontrei para o som das rodas nos carris – tornava-se-me quase impossível suportar o peso das pálpebras. Estranhamente, hoje em dia - não sei que aconteceu entretanto – passo a maior parte do tempo de viagem a ler, o que me dá, não só grande gozo, como também a sensação de que, de alguma forma que me é desconhecida, consegui domar a minha outrora indomável sonlência.
Depois do comboio, faço a pé o percurso até ao trabalho, o que me resulta igualmente agradável porque sigo na companhia da minha música e porque simplesmente retiro maior prazer de andar a pé na rua, agora que isso se tornou uma actividade rara.

Banalidades, no fundo.
Mas o meu ponto com esta baboseira toda é o seguinte: pese embora me queixe frequentemente de morar longe do trabalho, a verdade é que desta forma acabo por passar uma razoável parte do meu tempo a ler, a andar a pé e a ouvir música, três coisas que aprecio bastante. Certamente mais tempo do que aquele que despenderia vivesse eu em Lisboa, caso em que, suspeito, passaria a hora diária que pouparia em transportes, a vegetar no sofá ou a navegar à toa na internet.
E assim dou por mim a pensar se não será este um exemplo de como a falta de opções até pode acabar por ser benéfica...
: )

segunda-feira, setembro 10, 2007

O Sofrido Regresso ao Trabalho

Apraz-me dizer, sobre o regresso ao trabalho, e se me permitem o desabado: FO-NIX! Sou, enquanto escrevo estas palavras, um blogger sonolento, abalado, deprimido, incrédulo e revoltado com a porca miséria de rotina que a vida me reservou.

Como se não bastasse toda a turbulência emocional de fim de férias, enfrentei ainda uma consulta no dentista à hora de almoço. É verdade que procuro encarar estas consultas como idas ao ginásio, seguro de que o trabalho ao nível dos abdmoninais é pelo menos idêntico. Mas acontece que não gosto de dentistas. Não só me fizeram sofrer no passado como guardo hoje a sensação de que alguns deles lutam para preservar o estatuto de mestres do terror. E tomo como exemplo o meu dentista.
O tipo suspira, o tipo ralha com a enfermeira, e, ocasionalmente, o tipo desabafa comigo qualquer coisa como “Ai ai ai!” ou pior, “Puxa, seu caso não é fácil não, ein!”. Por mais insignificantes que pareçam, estes pormenores deixam-me nervoso pela consciência que me dão da minha vulnerabilidade enquanto paciente deitado na cadeira mágica, com a boca invadida de algodões, aspiradores, espelhos e brocas.

Mas onde o meu dentista marca verdadeiramente pontos na escala do terror psicológico é nos pedidos que faz à enfermeira. Com toda a certeza, o malandro percebeu já que eu sei tanto de estomatologia quanto a recepcionista dele sabe soletrar o meu apelido. E aproveitando-se do facto, lá vai gritando à enfermeira os mais bizarros pedidos...
Na última consulta foi “MARIA, mi traiz a ispátula di incepição!”. Caramba, que fiquei perdido! Que ele quisesse a espátula, ainda estava disposto a aceitar. Agora que raio queria ele dizer com incepção?!
Esta semana foi “MARIA, ondi istá o bisturi com cabo, ein?”. Medo! Se há coisa que não se quer ouvir ao fim de 30 minutos de suspiros do dentista, e percebendo que o homem já tá a ficar um bocado alterado dos nervos, é ouvi-lo gritar pelo bisturi. Fonix...

Enfim, sobrevivi à consulta. E com esse peso fora da consciência, sou todo ambição por chegar vivo ao fim do dia. Amanhã poderá ser igualmente deprimente, mas sempre será um dia mais próximo do fim-de-semana.
:/

segunda-feira, setembro 03, 2007

Ode aos Calções

Como é do conhecimento público, haverá poucas coisas que um miúdo goste mais de usar do que uns simples e meros calções, num dia de calor. É precisamente envolto nesse espírito semi-infantil, que sempre (penso eu de que...) procurei viver o meu dia-a-dia. Desconheço haver coisa mais confortável para se usar do que um belo par de calções e umas havaianas!

Mas o que realmente desconhecia era a nova tendência das mulheres em usarem calções... Isto já vem de algumas temporadas para cá, mas este verão acentuou-se drasticamente. No fundo, deve ser mais ou menos do mesmo género dos escoceses que usam saias... Mas eu gosto! Quero dizer, e permitam-me completar a minha ideia, gosto dos calções em miúdas! - não quero cá confusões no blog... Já me chegam as confusões do dia-a-dia.