terça-feira, agosto 08, 2006

A Bina Lírica

Tenho uma bina
Com que subo as encostas de Monsanto.
Muito elegante, muito fina,
A minha bina é um espanto.

Não faço cavalinhos nem éguas,
Não dou saltos nem pinotes,
Mas ando milhas e milhas, léguas e léguas.
A minha bina não é para pixotes.

Dizem-me que é feia, que é reles.
Más línguas, nem ligo a eles.
Só me importa essa bina,
Tão elegante, tão fina,
Que é, dos meus olhos, a menina.

9 comentários:

Tosttas disse...

Alguém passe aqui com o lápis azul, por favor!

Anónimo disse...

Que merda é esta?

Anónimo disse...

Vou pedir a carta de demissão ao Bruno.

Cx disse...

Ai é Diogo? Então só te faço esta pergunta:
Queres em papel liso ou timbrado?

Tosttas, larga os lápis-de-cêra e compra mas é uma bina!

Cx disse...

Epá, desculpem lá que vocês tinham razão! Faltava ali um verso na última estrofe: "tão elegante, tão fina".

Fica logo outro poema...

Anónimo disse...

Foi para isto que andaste a perguntar que palavras rimavam com "bina"? Caixa...


(Ricardo, face a isto não resisti.)

Cx disse...

Como vês Luciana, e a julgar pelo valor artístico deste post, valeu a pena a vossa ajuda!

Ricardo disse...

Epa estou dividido entre dois sentimentos. Um é alegria de ver a luciana a dar-nos o prazer de um comentário seu. O outro é que esse comentário tenha sido motivado por algo tão degradante.

Ainda assim, força Caixa!

Cx disse...

Obrigado Ricardo!

São comments destes que me inspiram a continuar a pôr em verso os dramas e as alegrias do Homem.