segunda-feira, dezembro 31, 2007
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Tendências ou Pancadas
Ainda estou para descobrir quem me diga claramente: temos tanto em comum! Sempre que digo que gosto de acordar a ouvir as notícias da TSF fica tudo boquiaberto.
sábado, dezembro 08, 2007
Um Novo Fôlego
Caramba, adoro adoro adoro as manhãs de Sábado!!!
WOOHOO
Novo Look do Blog
Já sei com quem devo falar quando precisar de arrumar o meu quarto.
:)
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Profissionalismo e cadeias de boa sorte
sexta-feira, novembro 30, 2007
Comunicado
Depois de anos de subjugação aos humores do patronato, de horas de almoço passadas a comer massinhas do Go Natural em cima da mesa de trabalho e de férias permanentemente adiadas, eis que os camaradas economistas se vêem agora privados de dois dias de descanso no espaço de uma semana, com a anunciada marcação pelo Governo dos feriados de Dezembro para os sábados dias 1 e 8.
O MEEEE diz basta a esta opressão! O MEEE não baixará os braços! O MEEEE será a voz dos oprimidos, o grito da revolta, o punho cerrado da inconformidade!
Ergamos juntos os nossos peitos contra os poderes instalados! O MEEEE apela à participação de todos vós numa greve, em defesa dos seguintes pontos:
1. Remarcação dos feriados de Dezembro para sextas-feiras ou segundas-feiras
2. Máquinas de café que sirvam cafés menos quentes para não escaldar a língua do proletariado
3. Permissão do uso de pantufas no local de trabalho
Camarada economista, na próxima sexta-feira dia 7 adere à greve. Recusa-te a sair do calor dos lençóis às 7 e meia da manhã. Fica a dormir até às 11 horas, levanta-te tranquilamente, demora 1 hora num banho de água quente, veste roupas de Inverno, abre a janela e grita MEEEE.
Depois aproveita o facto de ser sexta-feira para fazer um passeio de fim-de-semana prolongado ou simplesmente para antecipar as compras de Natal.
A luta continua!
Saudações vermelhinhas,
B. Carneirinho
MEEEE
MEEE
quinta-feira, novembro 29, 2007
hey ho, lets go!

para quem não conhece d3ö:
Depois de um ano cheio de concertos, marcado pela actuação no Coliseu dos Recreios (na 1ª parte de Bloc Party), pelo Festival Alive, a alucinante noite com Mudhoney e mais uma incursão por Espanha, Tony Fortuna e companhia regressaram a terras de sua majestade onde realizaram uma produtiva digressão com passagens por Manchester (Retro Bar), Sheffield (The Grapes, clube onde se estrearam os Arctic Monkeys) e duas datas em Londres (Dirty Water Club e Corn Rocket Club@Ryans Bar).
Na digressão britânica que serviu de promoção ao single “Wanna Hold You” para a britânica Dirty Water Records, partilharam palcos com The Vipers, Lot Lizards, The Hipshakes (que recentemente estiveram no Barreiro Rocks) e Monkey Island. O single que inclui no lado B o tema “Go” terá distribuição em 18 países abrangendo a Europa, América e Oceânia.
segunda-feira, novembro 26, 2007
Um Novo Fôlego
Ai... É tão bom quando a boss chega ao pé de mim e diz:
"Olha, eu não vou estar da parte da tarde, mas bzz bzz bzzz bzzz bzz bzz bzz..."
Hip-hip-hooooray!
WOO HOO
quinta-feira, novembro 22, 2007
Não tem comparação com aquele vídeo brutal do carro a arder na A23,

quarta-feira, novembro 21, 2007
Um edredon chamado Kindle
Mas nem por isso menos fascinante. Acho tentadora a ideia de aceder a jornais de todo o mundo logo pela manhã e de fazer downloads de livros a $10. E sei, pela experiência dos leitores de mp3, como a nova tecnologia pode melhorar a relação com as artes.
Mas vá, livros e música são coisas diferentes. E ademais, não consigo contornar uma certa desconfiança. Porque é grande a afeição que tenho à leitura e é grande a afeição que tenho aos livros. Aos livros livros, no mais físico conceito da palavra.
Confortam-me as paredes do quarto recheadas de livros. Conforta-me procurar o lugar onde arrumar o livro acabado de ler, tão acabado de ler que ainda as personagens são tão familiares quanto velhos amigos. Conforta-me percorrer com o olhar as lombadas e recordar os livros marcantes e os momentos da vida em que os li. Confortam-me o cheiro e o toque e conforta-me a sensação agridoce de virar a última página de uma história...
Sinto os livros como cobertores. É verdade que posso dormir sob edredons, que são mais quentes e leves, mas jamais deixarei de apreciar o prazer de sentir no corpo o peso dos cobertores numa noite fria de Inverno.
:)
segunda-feira, novembro 19, 2007
Nhecos de Segunda de Manhã
Tudo por causa de uma reunião agendada para hoje às 10 horas.
Mas eram 11 horas e o senhor ainda não tinha dado sinal de vida. Quando finalmente o meu boss decidiu ligar-lhe a averiguar a razão de tamanho atraso, foram chegando até mim fragmentos de conversa como “Sim, é do pig”... “Sim, do pig” ... “pê-i-guê” ... “Tínhamos agendado uma reunião para as 10 horas” ... “Sim, esta manhã” ... “Contactámos por carta e por e-mail” ... “Sim, do pig”... Ao que parece, o xoné esqueceu-se que tinha pedido a reunião para segunda de manhã.
Sinto-me como um ministro dos negócios estrangeiros em reunião do Conselho Europeu. O primeiro-ministro estendeu-me a mão em jeito de cumprimento, mas no final acabou por puxá-la para o lado para saudar outra pessoa. Foi um valente nhecos!
:)
quinta-feira, novembro 15, 2007
Se fosses uma personagem de uma série de TV, quem serias?
Gostaria de saber as vossas opiniões. Se fossem uma personagem de uma série de TV, quem seria?
Se me fosse catalogar a mim, acho que seriam um Jack (Lost). Ele também é um gajo cheio de dilemas pessoais...
quarta-feira, novembro 14, 2007
Viagens
1. Se tiveres um carro de alta cilindrada, podes ir parando pelo caminho, porque sabes que no resto do caminho és capaz de ir a abrir e chegar a tempo. Se tiveres um carro lentinho, então é melhor não parares muitas vezes.
2. Viajar sozinho é chato. Encontrar alguns carros pelo caminho é bom para a moral, mas carros em excesso causam congestionamentos.
3. Tipicamente conseguirás chegar a horas ao teu destino.
Mas uma vez por outra, as contas sair-te-ão mal, atrasar-te-ás, e vais prometer a ti próprio que da próxima vez começas a viagem mais cedo.
4. Só se fores um condutor muito disciplinado é que vais cumprir com a tua promessa.
5. Ainda que custe admiti-lo, até o melhor condutor se pode espetar a meio do caminho.
6. Se fores homem e heterossexual, e por mais que tentes lutar contra a essência da tua natureza, sempre que vires uma condutora vais imediatamente olhar para ela com olhos de predador e tentar perceber se é gira.
7. É tão mais agradável viajar a ouvir música... Vais ficar lixado se alguém te proibir de ligar o auto-rádio.
8. Ao longo de todas as viagens que fizeres, vais perceber que há condutores para todos os gostos:
- os que conduzem mal e os que conduzem bem
- os que conduzem irritantemente devagar e os que conduzem irritantemente depressa
- os temperamentais
- os que não se importam de fazer noitadas ao volante
- os que até têm carro, mas preferem andar à boleia
- e os piores de todos, os que não conduzem mas fazem questão de ir no lugar do pendura a dar ordens: trava, vira aqui, vira ali, cuidado com isto, cuidado com aquilo, mete a quarta, acelera, despacha-te senão chegamos atrasados... E desliga o auto-rádio!
Ontem mesmo cheguei a fim de um longo percurso, feito a velocidades alucinantes. Hoje tenho estado a descansar. Mas já chega. Agora mesmo, vou dar à chave e fazer-me tranquilamente à estrada com a janela aberta e o vento a bater-me nos cabelos. E desejo a todos uma boa viagem!
:)
November 20, 2007
Em exibi��o, num Coliseu perto de si...
(bilhetes entre 25 e 32.5€... mas se mais algu�m quiser ir...!)
terça-feira, outubro 30, 2007
Mudança de Ares
sexta-feira, outubro 26, 2007
Ainda não tinha percebido...
quinta-feira, outubro 25, 2007
O Último Homem
Esta teoria de Nietzsche deu-nos a conhecer o homem como um indivíduo sem transcendentalismos e com tendências meramente egocêntricas, que procura, acima de tudo, a sua própria felicidade; Jerry Seinfeld e Larry David deram-nos a conhecer George Costanza.
George Costanza é, na minha opinião, a personagem mais espantosa alguma vez criada, naquela que julgo ser a sitcom mais conseguida de sempre. "Seinfeld" é tão inacreditável que qualquer tentativa de explicar a magia associada a cada episódio se torna uma autêntica quimera. Não ouso, portanto, tentar enveredar por esse caminho. Apenas me apetece apresentar uma das frases de um dos meus episódios favoritos, “The Opposite”, com a qual eu me identifico plenamente neste momento da minha vida:
- If every instinct you have is wrong, then the opposite would have to be right.
quarta-feira, outubro 24, 2007
SportTvTices
Sobretudo porque em Lisboa, ainda estou para ver onde é que hoje vou encontrar um bar que mostre o jogo do Porto. E não vale falar daquele que já sabemos que é "muita fixe" (por acaso é mesmo!), pois pela pipa de massa que por lá se deixa, claro que tinham de mostrar tudo e mais alguma coisa.
domingo, outubro 21, 2007
O Elixir da Eterna Juventude
dói-me o joelho
dói-me parte do antebraço
dói-me a parte interna
de uma perna
e parte amiga
da barriga
que fadiga
o que é que eu faço?
escolho o baço ou o almoço?
vira o osso
dói o pescoço
é do excesso
do ex-sexo
alvoroço
reboliço
perco o viço
já soluço
já sobroço
esmiúço
os meus sintomas
e já agora, do meu médico
os diplomas
esmiúço
a consciência
e já agora, apresento a penitência!
Depois de mais uma manhã na Matinha de Queluz e outra no Campo Pequeno, esta foi a música que mais me apeteceu cantar ao longo do dia de hoje. Espero que percebem a razão...
quinta-feira, outubro 18, 2007
Ai Não Que Não Há Coincidências!
Ao deslocar-me para pagar um almoço à segunda pessoa que, claramente, o merecia esta semana, tive um encontro imediato com uma das supostas origens da minha crise. Facilmente, poderia ter-me esquivado às balas, seguindo calmo e sereno para o almoço, que deveria ser muito mais importante que uns pormenorezitos da minha vida recente, mas há que enfrentar as feras e a generalidade dos medos que nos tendem a rodear.
Ainda me encontro a tremer e sem ter a certeza absoluta da razão de tanta palpitação. Mas claramente não estava preparado para ter um encontro, mesmo que longamente programado, a seguir a um que nunca na vida pensei que pudesse vir a repetir. Dificilmente alguém estaria, mas ainda bem que tive coragem de o fazer.
A riqueza da língua portuguesa
Malta, isto agora não tem nada a ver com religiões e crenças, ok?
Apenas achei engraçado o post porque, tratando-se de uma exposição de argumentos, tem um problema: é que não se percebe assim muito bem... Até vou deixar aqui dois parágrafos ilustrativos.
(Só para contextualizar, a autora está a criticar um blogger, que por sua vez havia criticado a transmissão na televisão pública das cerimónias religiosas em Fátima. Ou pelo menos assim me pareceu...)
“(...)
Admito que haja pessoas que continuem presas ao culto aporético da razão, obnubilando que a hiperbolização das suas potencialidades a feriu de morte, já que, mesmo que não tenha ditado o seu apagamento, levou à abertura consciente a outras formas de racionalidade e a outras dimensões inapagáveis do ser humano.
Admito, ainda que tudo isso implique, a um tempo, o desrespeito por uma dimensão intangível da personalidade humana – por muitos ignorada, já que se ancoram no conceptualismo autista do individualismo produto dessa mesma razão que idolatram – e a ignorância da evolução do pensamento filosófico ao longo dos tempos.
(...)”
Ora embrulhem, seus... seus... racionalistas!
AHAH
domingo, outubro 14, 2007
Brief de fim de semana
Neste fim de semana apercebi-me também que as mulheres usam a mesma regra que eu para avaliar idades de outras mulheres. Avaliar bem a pessoa, contar as rugas, pensar num número e retirar 10 a 15 anos, consoante a roupa que vestem. A idade cada vez mais nos atinge.
Outro ponto alto do fim de semana foi ter passado um domingo todo em que comi dois baldes de pipocas, dois litros de coca-cola (zero!) e um pacote de gomas. E correr e fazer ginástica, 'tá quieto...
quinta-feira, outubro 11, 2007
Em defesa da mui nobre arte de não fazer nada
Em 1º lugar, a preguiça é hoje em dia alvo de um tratamento injusto face às alternativas ao dispor dos pecadores. As alternativas são comummente aceites, ao passo que a preguiça continua a ser criticada.
Amigos, olhem à vossa volta. Que vêem? Eu digo-vos: lambusões a comer hamburgers do tamanho de vitelos, o Donald Trump transformado em estrela, o Chuck Norris e o Steven Seagal a vender filmes literlamente a dar com um pau, e a pornografia a tornar-se uma das maiores indústrias do mundo. Gula, avareza, ira, luxúria. E alguém por acaso se importa?! Ein?!
(Olá a todos, o meu nome é joão césar das neves, sou um economista conceituado e acredito que os masturbadores vão arder nas chamas do Inferno)
Em 2º lugar, sejamos honestos: preguiçar é fixe!
A mania de falar mal de tudo quanto dá prazer parte-me todo. Tenho cá para comigo que se a Igreja ainda fosse Toda-Poderosa, acabaria por condenar a internet, a televisão ou a leitura! ... Pera... Como? Condenou à mesma?! Xiça...
Mas o meu ponto é este: uma preguiça de vez em quando sabe bem e não faz mal a ninguém. Pois se até existem
E afinal de contas, quem não gosta de vegetar no sofá? Ou de passar um dia de trabalho a mandar mails, ver blogs e escrever posts incompletos?
Não me lixem pá: preguiçar é fixe!
Em 3º lugar... olha, não me apetece escrever mais
:)
terça-feira, outubro 09, 2007
Ai as merdas de que me rio na plena enfadonha eternidade que é a minha tarde de terça-feira passada a trabalhar...
“Um historial valioso iniciado em finais do shhhhhéc. XIX, cheio de notáveis investigações e inovações tecnológicas(...)”
Ainda fiz refresh, mas o texto é mesmo assim.
Claro que é perfeitamente possível que se trate de um erro da empresa, mas pessoalmente, sou da opinião que estamos perante o trabalho de um hacker xopinha de maxa...
Sinto-me tolo por achar piada a isto. Sinto-me ainda mais tolo por partilhar com o mundo que achei piada a isto. Pouco mais me resta além do consolo de me sentir um tolo bem-disposto...
:)
segunda-feira, outubro 08, 2007
A Loja das Coisas Grandes
Dentro deste tema, venho aqui propôr uma empresa, intitulada "A Loja das Coisas Grandes". A dita loja teria tudo (ou quase...) do que existe por aí, mas somente em tamanho grande. E mais! Todos os itens seriam bonitos e sem preços exagerados, adequados a qualquer pessoa. Haveria de homem e senhora, adulto e criança, indoor e outdoor, vestuário e outros acessórios, etc etc etc! Desta forma, todos aqueles grandes consumidores e sedentos de uma coisa nova conseguiriam resolver os seus problemas.
Procura-se associados(as).
PS: Caso se questionem donde surgiu esta idéia, a mesma proveio de hoje ter corrido meia Lisboa para encontrar uns ténis, e o meu problema já não se resumir a dois ou três pares extremamente foleiros, mas sim a nenhuns... E eu sei perfeitamente que existem por aí pés maiores que os meus...
sexta-feira, outubro 05, 2007
Tempus Fugit
Ontem até poderia ter havido umas pitadas de cada um desses ingredientes... Vocês sabem bem a que horas me deixaram em casa, mas se às 7h50 estava a escrever este post é pela frustrante e desconcertante razão de que estava a acordar de meia em meia hora e depois das sete não ter conseguído voltar a adormecer, é porque há, muito recentemente, qualquer coisa em mim que me tenta dizer que não devemos desperdiçar o tempo com coisas vãs. Pena é quando se trata de um descanso que uma pessoa normal não deveria abdicar...
quarta-feira, outubro 03, 2007
Um post sobre economia
Toda a gente sabe que o nosso rectângulozinho à beira mar plantado vive uma época de crise, de contenção orçamental, de perda de poder de compra e de aumento do fosso entre ricos e pobres.
Ouvimos dizer que são cada vez mais os pobres e os alienados da sociedade, que os índices de criminalidade violenta estão a aumentar e que o desconforto social é cada vez maior - aumento do número de manifestações, perda de credibilidade do nosso sistema político e aumento dos extremismos políticos. Todos sabemos que isto está a ocorrer mas, como economistas, gostamos sempre de números, de medir o quão mal realmente estamos. Para isso podemos utilizar indicadores sociais, políticos e económicos. Neste contexto deparei-me ontem com um artigo do Jornal de Negócios sobre uma das variáveis que mais gostamos: a taxa de desemprego.
Segundo o artigo o “universo dos desempregados abrange agora 8,3% da população activa portuguesa”, o que coloca Portugal como o “5º país com mais desemprego entre os 27 Estados-membros da União Europeia, e no 3ª da Zona Euro”. Ainda mais, Portugal está agora à frente de Espanha (pelo menos numa coisa somos melhores que eles).
Este comentário não quer reflectir nenhum sentimento de rivalidade com nuestros hermanos apenas alerta para o facto de termos já uma taxa de desemprego superior a uma economia que cronicamente tem uma das mais elevadas taxas da Europa e que tem um sistema de apoio ao desemprego (alguns até defendem que ao invés de apoio se deva utilizar a palavra “incentivo”) bastante superior ao Português.
Sempre me identifiquei com a esquerda e até apoio várias propostas do actual governo o que pode parecer contra-senso porque este é dos governos mais à direita que me lembro (1) mas acredito na necessidade de uma profunda reforma no nosso sistema económico (reformas fiscais, diminuição do défice público, incentivos à criação de empresas, redução do n.º excessivo de funcionários públicos, impedimento ao financiamento excessivo das autarquias...). MAS agora é necessário sermos mais rápidos mas tambem mais fléxiveis. A parte da eficiência deverá melhorar (façam figas) mas a parte da equidade tem sido desprezada em demasia. São necessários mecanismos para promover as parcerias publico-privadas, atrair mais investimento estrangeiro (p.e. energias renováveis), gerir melhor os parcos recursos que temos (p.e. aproveitar as oportunidades no Alqueva) e sobretudo não gastar dinheiro sem fundamento (2).
(1) Nota do blogger: A verdade é que quando o Cavaco Silva chegou ao poder eu devia estar mais preocupado com o He-Man e com os Transformers, por isso o horizonte temporal a que me refiro não pode ser assim tão longo.
(2) Infelizmente ainda não tenho qualquer opinião sobre a OTA e quando digo gastar dinheiro sem fundamento obviamente que não falo dos equipamentos sociais que apesar de não originarem receitas podem, consoante os casos, ter um valor acrescentado muito importante.
terça-feira, outubro 02, 2007
Propostas Gastronómicas (Post em construção e, quiçá, em permanente actualização)
Eis que partilho convosco os tesouros gastronómicos que me vêm à mente nestes 5 minutos após devorar a massa do Go Natural, e antes de me agarrar ao trabalho com um raro empenho, ou não tivessem os dedos da minha boss ganho tão grandes apego e familiaridade às minhas orelhas nos últimos dias.
Isto agora vai ser publicidade à doida, mas ora tomem lá os pitéus que me fazem crescer água na boca só de pensar neles:
- Fetuccine com frango e nozes no Go Natural (o único contra é ser tão pouca quantidade... sintomático disso é eu vir para aqui fazer um post destes depois de a comer)
- Carne de porco à alentejana no Stop do Bairro em Campo de Ourique
- Plumas de porco preto na Adega do Silva ao pé das Torres de Lisboa
- Big King em qualquer Burger King em Portugal, ou até, digamos, em qualquer dos Burger Kings de Budapeste
- Caldo de peixes do rio à moda de Marmelar... lá em casa
- Posta holandesa na churrasqueira Avenidas, no bairro de S. Sebastião
- Pizza de massa fina com ananás, pepperonni e pimento mandada vir da Pizza Hut e comida com umas batatinhas fritas a acompanhar - esta das batatas nasceu ali da perversamente criativa mente do tosttas com dois tês
- Bacalhau à braz feito pela mãe do meu amigo Nuno, que até já me explicou passinho por passinho como é que se faz, mas cuja receita nunca consegui aplicar decentemente
e last but not least...
- As mini-madalenas que estão alojadas ali na gaveta de baixo do lemmings. Lemmings, vá lá camarada, deixa-me comer só mais uma!
:)
sexta-feira, setembro 28, 2007
Rock'n'roll is back!
Datas:
6 de Outubro - Nicotine's Orchestra + Murdering Tripping Blues
3 de Novembro - Sean Riley & The Slowriders
8 de Dezembro - d3ö
Sempre às 23:00 pontuais no IN A BAR em Rio Maior (a 20 minutos das Caldas da Rainha e de Santarém!; a 50 minutos de Lisboa!)
Proximos Concertos:
Nicotine's Orchestra - 6 de Outubro


Murdering Triping Blues - 6 de Outubro

Sean Riley & The Slowriders - 3 de Novembro

d3ö - 8 de Dezembro
quarta-feira, setembro 26, 2007
2 ou 3 observações triviais sobre a vida
2. Não compreendo tanta publicidade às bolachas Oreo, sobretudo coisas como "a bolacha mais vendida do mundo". Eu não sou nada esquisito no que toca a bolachas, mas sinceramente, as Oreo não valem o papel em que estão empacotadas e jamais estragaria o meu copinho de leite com tal bosta!
3. Nestes dias, e isto já dura há coisa de quase 3 meses, por mais música que oiça, acabo sempre por ir dar ao mesmo...
LCD Soundsystem - Sound of SilverCaramba, que este caíu-me mesmo no goto!
4. Outra publicidade curiosa que acabei de ver diz que "8 em cada 10 dentistas recomendam Aquafresh". Ora, eu fiz umas contas, e durante a minha vida acho que já conheci pelo menos 6 dentistas. Nenhum deles me recomendou Aquafresh. Sinto-me um outlier extremamente severo.
5. Ando a ler o meu primeiro livro do Stephen King e estou marabilhado! É uma sensação fantástica quando se descobre um autor de que se gosta. Entretanto, descobri também o prazer de ler em bancos de jardim ao fim-de-semana e vou-me questionando se será assim que começa a velhice.
6. O meu caminho para casa está a tornar-se cada vez mais penoso. Passo à porta de 2 churrasqueiras e o cheirinho a carvão e assados corrói-me até às entranhas! Sinto saudades de comer frango assado à la pata.
7. Raios, como tenho fome... E ainda falta tanto tempo para o pequeno-almoço!!!
:)
terça-feira, setembro 25, 2007
Morte ao caloiroooooooooooooooooo!
Eu nunca fui um gajo de me encher de lamechices, mas bate uma saudade ver aquela juventude toda pintada com espuma de barbear na gadelha, baton por todo o lado, ovos pisados, e por aí adiante.
Isto relembra-me a minha eterna sina: aprender com os nossos próprios erros. Para aqueles que não sabem - e já devem ser poucos dos que andam por este cada-vez-mais-popularizado blogue – no primeiro dia de um recém-entrado na FEUNL, não se pode praxar. Mas o que poucas pessoas saberão, ou então muitas sabem e só eu é que não sabia na altura, sobretudo porque era um miúdo imaturo e arrogante de 17 aninhos, é que não se deve insultar o Dux.
Isso foi das primeiras coisas que aprendi na Nova. Mas preferia que alguém me tivesse ensinado isso de livre e espontânea vontade, sem cobrar nada em troca. Mas o que aconteceu foi precisamente o contrário, quando um gajo qualquer se virou para mim e me perguntou:
- Sabes quem é que acabaste de insultar?
A resposta foi bastante óbvia, mas levei uma semana a pensar se tinha valido a pena ter insultado o Dux ou a mãe dele ou lá o que foi. Penso que sim, pois o balanço final foi, apesar de tudo, bastante positivo. A verdade é que andei sempre entre os Reis das Praxes e mais ninguém para além daqueles “porreiros” me podiam tocar. Ah, é verdade, tive o prazer de assistir ao Tribunal de Praxe em primeira fila, mesmo no centro da acção, como poucos caloiros tiverem oportunidade para o fazer. Mas hoje provavelmente teria tentado controlar os meus ímpetos, afinal o sacana do Valverde e do Figas também assistiram ao Tribunal, apesar de não ser permitido entrada a caloiros, e praticamente ninguém lhes tocou.
Mas não guardo rancores. Além disso, a vida há-de trazer justiça ao mundo! Pelo menos assim espero...
segunda-feira, setembro 24, 2007
Princípios de Economia
Eis os 10 princípios de economia do Mankiw, desconstruídos por um economista:
sábado, setembro 22, 2007
Se conduzir em Lisboa, não beba!
Mesmo que se tenha tratado de uma pura coincidência, fiquei a pensar se o meu portentoso Renault Clio, 1.2, de 1993, terá o aspecto de carro roubado, de ser conduzido por alguém tão distraído que deixe os documentos em casa, ou alguém tão estúpido que se meta nos copos antes de conduzir.
Ainda não consigo ter certezas, mas já tomei uma decisão em relação a esta grande problemática. Estou a pensar comprar um Opel Astra GTC, de 150 cavalos, um Porche 911 Turbo, um BMW ZO 3.0, ou qualquer coisa parecida, com a clara expectativa de que os bófias parem de me chagar cada vez que vêem o meu Clio.
quarta-feira, setembro 19, 2007
Para quem não saiba
segunda-feira, setembro 17, 2007
Tenho a confessar que...
Chamem-lhe mudanças de pressiorização, chamem-lhe cadeiras confortáveis, chamem-lhe ter dormido pouco na noite anterior, chamem-lhe alhear-me da realidade à minha volta.
Em cinco viagens a Cabo Verde, o que dá umas belas 16 voltinhas de avião, não falhei umazinha...
P.S: Será que preciso de 4.000 euros para montar um simulador de avião em casa...
Excentri-cidade
Quando aqui há uns tempos uma destas personagens se sentou ao meu lado no comboio e encetou conversações com o seu próprio reflexo no vidro da janela do comboio, com o qual se chateou ao fim de uns minutos, chegando ao ponto de lhe bater com o chinelo, eu não só me borrei de medo com a possibilidade de levar uma facada ou, pior, uma chinelada no meio dos olhos em plena hora de ponta no comboio, como também pensei que acabava nesse momento de preencher a minha quota anual de encontros imediatos com esgroviados.
Estava errado.
Hoje à hora de almoço, enquanto deambulava, ensonado, pela rua, fui abordado por um original que me pediu quatro mil euros.
A minha resposta de “Como assim, quatro mil euros?!” demorou uns segundos a ser processada. No entretanto, pouco mais fui capaz do que dirigir ao senhor o meu olhar pensativo, de testa enrugada e um olho mais aberto que o outro, enquanto tentava perceber se estava a ser assaltado ou apanhado. Perguntei-lhe se ele queria umas moedas. Ele respondeu que não, que queria quatro mil euros. Vai daí puxei da carteira, abri-a, fingi que tirava uma nota e fiz-lhe um nhecos. Acho que ele não percebeu, mas ao menos diverti-me.
:)
quarta-feira, setembro 12, 2007
Casa-trabalho, trabalho-casa e o valor das opções
Não estou a ser irónico. Confesso que eu próprio me surpreendi com quão agradável achei as deslocações casa-trabalho e trabalho-casa nesta rentré.
É verdade que senti, durante muito tempo, que dificilmente algum dia me manteria acordado num comboio. Ao primeiro tchun-tchun tchun-tchun – eis a triste onomatopeia que encontrei para o som das rodas nos carris – tornava-se-me quase impossível suportar o peso das pálpebras. Estranhamente, hoje em dia - não sei que aconteceu entretanto – passo a maior parte do tempo de viagem a ler, o que me dá, não só grande gozo, como também a sensação de que, de alguma forma que me é desconhecida, consegui domar a minha outrora indomável sonlência.
Depois do comboio, faço a pé o percurso até ao trabalho, o que me resulta igualmente agradável porque sigo na companhia da minha música e porque simplesmente retiro maior prazer de andar a pé na rua, agora que isso se tornou uma actividade rara.
Banalidades, no fundo.
Mas o meu ponto com esta baboseira toda é o seguinte: pese embora me queixe frequentemente de morar longe do trabalho, a verdade é que desta forma acabo por passar uma razoável parte do meu tempo a ler, a andar a pé e a ouvir música, três coisas que aprecio bastante. Certamente mais tempo do que aquele que despenderia vivesse eu em Lisboa, caso em que, suspeito, passaria a hora diária que pouparia em transportes, a vegetar no sofá ou a navegar à toa na internet.
E assim dou por mim a pensar se não será este um exemplo de como a falta de opções até pode acabar por ser benéfica...
: )
segunda-feira, setembro 10, 2007
O Sofrido Regresso ao Trabalho
Como se não bastasse toda a turbulência emocional de fim de férias, enfrentei ainda uma consulta no dentista à hora de almoço. É verdade que procuro encarar estas consultas como idas ao ginásio, seguro de que o trabalho ao nível dos abdmoninais é pelo menos idêntico. Mas acontece que não gosto de dentistas. Não só me fizeram sofrer no passado como guardo hoje a sensação de que alguns deles lutam para preservar o estatuto de mestres do terror. E tomo como exemplo o meu dentista.
O tipo suspira, o tipo ralha com a enfermeira, e, ocasionalmente, o tipo desabafa comigo qualquer coisa como “Ai ai ai!” ou pior, “Puxa, seu caso não é fácil não, ein!”. Por mais insignificantes que pareçam, estes pormenores deixam-me nervoso pela consciência que me dão da minha vulnerabilidade enquanto paciente deitado na cadeira mágica, com a boca invadida de algodões, aspiradores, espelhos e brocas.
Mas onde o meu dentista marca verdadeiramente pontos na escala do terror psicológico é nos pedidos que faz à enfermeira. Com toda a certeza, o malandro percebeu já que eu sei tanto de estomatologia quanto a recepcionista dele sabe soletrar o meu apelido. E aproveitando-se do facto, lá vai gritando à enfermeira os mais bizarros pedidos...
Na última consulta foi “MARIA, mi traiz a ispátula di incepição!”. Caramba, que fiquei perdido! Que ele quisesse a espátula, ainda estava disposto a aceitar. Agora que raio queria ele dizer com incepção?!
Esta semana foi “MARIA, ondi istá o bisturi com cabo, ein?”. Medo! Se há coisa que não se quer ouvir ao fim de 30 minutos de suspiros do dentista, e percebendo que o homem já tá a ficar um bocado alterado dos nervos, é ouvi-lo gritar pelo bisturi. Fonix...
Enfim, sobrevivi à consulta. E com esse peso fora da consciência, sou todo ambição por chegar vivo ao fim do dia. Amanhã poderá ser igualmente deprimente, mas sempre será um dia mais próximo do fim-de-semana.
:/
segunda-feira, setembro 03, 2007
Ode aos Calções
Mas o que realmente desconhecia era a nova tendência das mulheres em usarem calções... Isto já vem de algumas temporadas para cá, mas este verão acentuou-se drasticamente. No fundo, deve ser mais ou menos do mesmo género dos escoceses que usam saias... Mas eu gosto! Quero dizer, e permitam-me completar a minha ideia, gosto dos calções em miúdas! - não quero cá confusões no blog... Já me chegam as confusões do dia-a-dia.
quinta-feira, agosto 30, 2007
Princesa do Povo
Permitam-me discordar, mas grande parte da culpa deve-se aos habituais compradores das chamadas revistas cor-de-rosa.
Como a maior parte das pessoas sabe, este é um blog que foi pensado por licenciados em Economia (um pouquinho diferente de dizer Economistas, mas adiante). Assim, permitam-me relacionar a lei da oferta e da procura com a morte da Princesa Diana: se a procura não existisse, supondo que não existia em parte alguma qualquer tipo de interesse pela vida pessoal das mais diversas celebridades, a oferta não faria sentido existir. Deste modo, não deveria haver fotógrafos que desperdiçassem tempo da sua vida a espiar a vida dos outros, salvo situações de fetiche pessoal, uma vez que não conseguiriam ganhar uns trocos extras...
E, prontosss!, tenho dito! Aliás, estou completamente à vontade para falar porque não há uma única pessoa da minha família que compre essas porcarias de revistas. Pelo menos que eu saiba...
quinta-feira, agosto 16, 2007
Fenómenos climatéricos
:))
domingo, agosto 12, 2007
Planeta Ronaldo

A SIC acabou de repetir a reportagem feita por Nuno Luz sobre a vida de Cristiano Ronaldo. Desta vez acabei por ver...
Goste-se ou não do seu estilo (eu acho que ele ainda é um pouco individualista na forma como joga, mas quem sou eu...), é inegável que ele é bom jogador. Não esquecendo que ainda é relativamente novo, mesmo no mundo do futebol.
Uma das coisas que mais me impressionou nesta reportagem foi a persistência com que ele seguiu (segue) o seu sonho. Por exemplo, treinar às escondidas, à uma da manhã, no ginásio do Sporting, com pesos nos pés com o intuito de tornar-se mais rápido e ter maior controlo no campo... é qualquer coisa!
Oh rapaziada cá da casa, quantas vezes fizeram este tipo de exercício? Pois...
Moral da história (versão feminina): Força de vontade! Sem dúvida das melhores armas que podemos ter.
quinta-feira, agosto 09, 2007
Be Kind Rewind
Gamado sem um pingo de vergonha do blog do Markl, aqui está o trailer de novo filme do Michel Gondry (o mestre do Eternal Sunshine of the Spotless Mind).
Acho que este promete.
quarta-feira, agosto 08, 2007
Pela primeira vez em mais de 10 anos envolvi-me numa cena de pancadaria.
Qualquer rapaz que goste de jogar desportos colectivos e que seja minimamente competitivo percebe que os típicos empurrões, cotoveladas, cabeçadas e pontapés não são considerados neste comentário, estes fazem parte do jogo e a sua aplicação deve-se a elevados níveis de testosterona e (normalmente) desaparecem no final de cada jogo.
Refiro-me a uma cena típica de um western ou de um filme com o Burt Reynolds ou o Dolph Lundgren.
Sempre pensei que como adulto, se me visse impelido a empurrar, esmurrar, pontapear ou agredir outra pessoa seria algo semelhante aos filmes. A outra pessoa poderia perder os sentidos ou poderia mesmo ser projectada a uns bons metros de distância.
De facto estava tão convencido disto que quando dei o meu primeiro murro tentei não utilizar toda a força que tinha, com medo que ele ficasse com danos irreparáveis , e que os meus punhos fossem consideradas armas brancas e por conseguinte fosse preso durante muito tempo.
Admito que me enganei completamente. O “gancho” que pensava aplicar bem no meio do queixo e que segundo os meus planos seria suficiente para acabar com o indivíduo acertou meio no pescoço e meio do maxilar do senhor e o rotativo que lhe deveria ter acertado na cara acabou por lhe acertar nas costelas e o coitado no fim nem sequer teve a decência de fingir que ficara de facto magoado.
Em resumo, a típica cena de porrada que imaginei:
... transformou-se num espectáculo semelhante a:
segunda-feira, agosto 06, 2007
O Síndrome de Segunda-Feira
Sofro tão intensamente que chego a sentir sintomas ainda não deixei assentar na barriga o típico almoço de família do domingo. Até lá, e desde a noite de sexta-feira, jamais atravessa a minha mente um sequer pensamento relacionado com deveres e responsabilidades profissionais. É um dia e meio de relax tal que, naquele momento do domingo em que deixo pelas costas a mesa da cozinha, nesse momento em que finalmente caio na realidade, sinto-me como um prisioneiro condenado à morte que acorda de um sonho cor-de-rosa, esquecido de ser essa a véspera do dia da pena.
Ah, se ao menos fosse poeta, como podia aproveitar os blues de domingo à noite para divagar sobre a solidão e a decepção... Assim pouco mais me resta que navegar um pouco na net, ler um pouco de um qualquer livro e ouvir um pouco de bob dylan.
E toda a segunda-feira é um longo e penoso combate à preguiça, à sonolência e à gula, vivido na ansiedade da hora de saída, como se ainda houvesse um toque de saída. E sei que se o houvesse haveria de soar às oito da noite e haveria de soar a qualquer coisa como o William Wallace a gritar “FFFFRRRRREEEEDDDDDOOOOMMMM”!
Fonix mais às segundas-feiras...
:/
quinta-feira, agosto 02, 2007
Quem Frequenta Campolide - A Sequela
Pois o tempo é chegado para uma sequela. Porque se há coisa que não falta por aí são cromos a navegar a net. Vejamos então quais têm sido as buscas mais peculiares nos últimos tempos. Rufem os tambores!
“ursos pelados”
Hum... alguém andou a ver a versão hardcore do lost. Tenho um amigo que me contou que... Bom, adiante...
“o que as raparigas gostam num rapaz”
Caramba, apanharam-me!
“dentição dos caracóis”
Mas que diacho há com esta gente?! É o fim do mundo em cuecas ou quê?! Não era suposto a net ser um antro de perversidade? Então onde é que ela anda?!
“ratinha apertada”
Ou bem que estamos a falar de um hamster em apuros ou então... encontrámos a perversidade.
“Mulheres beirãs”
Quais suecas sacanas quais quê...
Aquelas matronas beirãs é que é, com as longas e quentes saias castanhas, ruças de rojarem o chão, os braços da largura de um cepo a carregarem os tabuleiros com o cabrito assado, enquanto os buços pingam gotas de sensualidade... Aaaahhh....
“convencer uma namorada a me perdoar”
Meu, não sei o que raio fizeste à tua namorada, mas se estás à espera de encontrar a solução na net, se ainda por cima o teu desespero já chegou ao ponto de clicares num link para um blog de economistas em busca da solução... ui... não deves ser boa peça...
Tu não me digas que eras o gajo das suecas sacanas?!
“odeio ex namorado”
AHAHAH
Tás tramado, meu!
AHAHAH
“swing parque de campismo”
Oi oi oi! Pára pára pára!!
Ok malta... quem se bufou sobre o fim-de-semana no Luso?!
E agora perdoem-me novamente, mas tenho de ir ali fora, uma vez mais, parti-me a rir...
AHAHAH
quarta-feira, agosto 01, 2007
Solta o geek que há em ti
Aliás, de outra forma não poderia ser. Fiquei viciado numa história infantil, não o acreditaria possível, desde que li os primeiros livros da série sentado nas confortáveis cadeiras das aulas de história económica. Nos dois últimos volumes, cedi à moda de comprar a versão original pouco depois do lançamento, e guardo boas memórias dos dias de Verão passados embrenhado na leitura, entre um mergulho no mar e uma sandes de fiambre.
Agora que estou a ler o último livro, não alimento elevadas expectativas quanto ao final, tenho uma ou outra teoria sobre o que poderá acontecer mas, ainda assim, e acima de tudo, procuro evitar contacto com qualquer potencial fonte de spoilers, como o youtube ou a wikipedia.
Encaro o desfecho com sentimentos mistos. Por um lado, quero finalmente saber as respostas, mas por outro tenho pena de não poder voltar a passar por todo este processo de comprar o livro nalguma obscura livraria onde a versão adulta ainda não esgotou, sentir a ansiedade de chegar a casa e ficar a ler na cama até tarde, e acabar a leitura com uma certa revolta por ter de esperar dois anos pelo próximo volume...
É geek, mas caramba... vou ter saudades!
:/
terça-feira, julho 31, 2007
Para quê complicar?
... e no entanto as melhores de todas continuam a ser as descomplicadas Triunfo Aveia Original!
PS 1 - A foto não corresponde exactamente às Triunfo Aveia Original. Uma simples bolacha de aveia foi quanto se arranjou.
PS 2 - Não sei até que ponto estarei a ser injusto com este post... A verdade é que as Chipmix e as Maryland (sobretudo as de coco e as de avelã) também são malevolamente boas.
:)
segunda-feira, julho 30, 2007
Um grande livro... Grande como uma baleia
então não leiam o Moby Dick.
A não ser claro que, por alguma imperscrutável e estranha razão curtam bué baleias. E não estou a falar de curtir baleias do género “ah, a baleia é um gigante dos mares, parece-me um animal interessante!”. Não. Eu refiro-me a curtir baleias no sentido:
“Olá, eu sou o António, amo baleias, o meu filho mais velho chama-se Cachalote, o mais novo chama-se Tomás, como bolinhos de coco em forma de Gepetto ao pequeno-almoço, falo com eles durante a manhã, e toda a minha vida quis saber...
- que tipos de baleias existem,
- quais as diferenças anatómicas entre eles,
- quantos litros de espermacete existem na cabeça de um cachalote,
- em toneladas,
- e também em número de barris,
- qual o tipo de madeira desses barris,
- quem são os responsáveis por carregar esses barris dentro do baleeiro,
- se dois baleeiros se cruzarem em alto mar num dia de céu nublado, e já passar das 12h23 GMT, o arpoador do baleeiro situado mais a leste ou sul deverá subir ao outro barco com ou sem arpão?”
Se for este o vosso caso, então... opá, sinto muito... a situação é mais grave que o tom de voz do Barry White. Mas ao menos sempre poderão, talvez, quem sabe, gostar do livro.
Definitivamente, o Moby Dick é um livro especial para mim. Não só pesa quase tanto quanto o próprio Moby Dick, como está muito bem posicionado para alcançar um lugar de topo na minha lista de substâncias indutoras de sono.
: )
sábado, julho 28, 2007
Um Quarto de Século
Poderá parecer apenas mais uma data de aniversário, como outra qualquer, mas penso que não deixa de ter algum simbolismo.
Para o meu aniversário ainda falta uns belos meses, mas tudo indica que não irei celebrar esse evento em Timor, como um ou outro tuga que nós tão bem conhecemos, mas sim ao som de mais um concerto de Josh Rouse.
Pronto... brincadeiras à parte, e porque eu faço anos uns diazitos antes do concerto, aqui fica a data do próximo concerto de Josh Rouse:
- 26 de Novembro de 2007 - Aula Magna
Seguramente, mais um a não perder...
sexta-feira, julho 27, 2007
U Ómein das Istrêlas (Versão Portuguesa Ediberto Lima)
Não soube que hora era,
as luzes eram baixas
Eu inclinei-me para trás em meu rádio
Algum gato era layin ' para baixo alma do lotta ' do rolo ' ' de n de alguma rocha, disse
Então o som alto pareceu desvanece-se
Voltou como uma voz lenta em uma onda da fase
Aquele não era nenhum D.J. aquele era jive cosmic hazy
Há uma espera starman no céu
Gostaria de vir encontrar-se com nos
Mas pensa que fundiria nossas mentes
Há uma espera starman no céu
É-nos dito para não o fundir
Causa que sabe que é toda de valor
Disse-me:
Deixe as crianças perdê-lo
Deixe as crianças usá-lo
Deixe todo o boogie das crianças
Adoro particularmente as seguintes transformações:
- Some cat was layin' down some rock n roll lotta soul, he said -> Algum gato era layin ' para baixo alma do lotta ' do rolo de n de alguma rocha, disse
- There's a starman waiting in the sky -> Há uma espera starman no céu
- Let all the children boogie -> Deixe todo o boogie das crianças
Portanto, ficamos a saber que "rock n roll" se diz "rolo de n de alguma rocha" em português. Curiosamente, "starman" não tem direito a tradução.
Agora o meu preferido - e olha que não é fácil escolher um - é mesmo "deixe todo o boogie das crianças". Não sei bem o que quer dizer, mas parece-me a deixa ideal para quando o meu filho estiver a jogar à bola na sala e a minha mulher começar a hiperventilar e a dizer que o petiz é um fedelho que sai ao pai. Nesse momento, vou-me virar para ela e dizer "aí gata, não enche o saco não, deixe todo o boogie das crianças..."
:))
quinta-feira, julho 26, 2007
Vida Selvagem
Anteontem comprei uns sapatos novos. Ontem foi o dia de estreia.
Sabia que aquela não era a minha forma normal de caminhar, enquanto vinha do parque de estacionamento para o escritório. A sola ainda estava lisinha, ainda deslizava pelas pedras da calçada que nem faca pelo meio de manteiga tirada do frigorífico na véspera. O couro ainda não estava maleável, à conta do que perdi toda a naturalidade a fazer curvas ou desviar-me de obstáculos.
Eu era um pinguim no meio de humanos, a andar cuidadosamente, com passos curtos e braços abertos em busca de equilíbrio.
Reconfortava-me apenas o facto de ver, uns 20 metros à minha frente, uma outra criatura animal, igualmente deslocada: passadas fortes, pareciam que a calcar o chão, a cabeça a mover-se para cima e para baixo, braços ao lado do tronco com os cotovelos dobrados... Era claramente um T-rex! Parecia mesmo a forma de andar do... Mas seria possível?!
Estuguei a passada curta de pinguim e confirmei as minhas suspeitas. O T-rex era o meu boss. Não sei como pude sequer não reconhecê-lo de imediato. Aquelas passadas eram inconfundíveis: tão fortes que agitavam a água nos copos pousados nas secretárias, o que por um lado assustava, mas por outro ajudava imenso, pois jamais esta critatura superior hierárquica se conseguiria aproximar sorrateiramente de mim...
Sorri interiormente com a minha descoberta. Afinal de contas, mesmo sentindo-me um animal, tinha encontrado nas redondezas um animal ainda maior, e sem sapatos novos...
:)
terça-feira, julho 24, 2007
Informal
Quer-me parecer que a ideia era ser bem-educado, mas acontece que tomo ofensa em ser tratado por senhor por um puto de 16 anos...
Eu e o costinha éramos dois putos sentados no lancil à espera dos amigos, quando parou um carro à nossa beira, e dois gajos mais velhos, barbudos, nos perguntaram como é que se ia até à polícia, ao que devolvemos qualquer coisa como “o senhor vira à direita e depois segue em frente nas obras de construção da rotunda”.
Na verdade, não sei se esta 2ª história aconteceu, apenas a deixei aqui em reconhecimento pela minha – admito-a – obtusa boa-educação dos 16 anos, em que me dirigia aos mais velhos numa respeitosa 3ª pessoa e não percebia porque diacho a minha mãe insistia em meter conversa com as senhoras que encontrava no comboio, no autocarro, na fila da repartição de finanças...
Vejo as coisas de forma diferente hoje. Talvez por ter passado a mover-me em contextos mais formais e hipócritas, passei a reconhecer o valor de ambientes descontraídos. Gosto de tratar as pessoas por tu - torna-se difícil provocá-las na 3ª pessoa – gosto que me tratem por tu, e por vezes até me agrada trocar umas palavras com desconhecidos. Por outro lado, complica-me o esquema ver as tias de cascais a tratar os filhos por “a ritinha” ou “o martim”.
Sinto que porreiro porreiro seria tratarmo-nos todos por tu. Tu cá tu lá com a malta toda: amigos, pais dos amigos, professores, a helena coelho, toda a gente! E quem sabe se um dia, neste utópico mundo novo de descontração, poderíamos até, loucura!, vir para o trabalho com pantufas calçadas e colarinho sem gravata, ou parar à noite no Bairro Alto e dirigir um comentário a um desconhecido sem que daí se depreendesse fosse o que fosse do nosso estado de embriaguez.
:)
segunda-feira, julho 23, 2007
Singing in the... summer

:/
domingo, julho 15, 2007
Campolide em Madrid
A entrada... obscenamente cara. A cerveja... idem. A comida... espanhola. Pão com chouriço receita de Rio Maior... nem o cheirar. Os acessos ao recinto a partir da cidade... muito fraquinhos. A organização decidiu poupar nas casas-de-banho e nas mesas e cadeiras. Mais importante que tudo, a presença de meninas deslumbrantes não era nem metade da que usualmente se vê por eventos semelhantes em terras lusas.
Na excelente companhia dos amigos, no meio de uma multidão, a princípio modesta, às primeiras horas da manhã imensa, num ambiente super descontraído, propício à prática do meu castelhano enferrujado de tanta balda, assistimos a um porradão de concertos altamente, sempre com uma muito boa onda no público, com a malta toda a cantar, a dançar, a saltar, a gritar...
Fonix... E de pensar que amanhã lá terei de aguentar mais doze horas a assumir a pele, o fato e a gravata de um gajo sério e responsável que se preocupa com dinheiro... Até se me aperta o peito...
Cá deixo uns registos visuais que espero me ajudem a suportar a previsivelmente difícil manhã de segunda que se aprochega...
A malta, à chegada, animada com a perspectiva de 12 horas de pura curtição:
E a malta, já mais para o final da noite, literalmente de rastos depois dos Arcade Fire terem dado cabo das gargantas e os LCD Soundsystem dos joelhos, e, justamente por isso, ainda mais animada::))
terça-feira, julho 10, 2007
Este centro comercial é um deleitte...
De qualquer forma, acho que já me vou habituando a isto. Hoje fiquei desperto para as evidentes vantagens de trabalhar num edifício onde existem um centro comercial chique e uma grande empresa de auditoria que recruta massas de inteligentes e promissoras jovens.
A beleza que aí reside pode ser exemplificada pelo caso de, tendo eu combinado encontrar-me com o Ricardo no centro comercial daí a 10 minutos, e aparecendo ele somente daí a 30, durante os 5 minutos em que estou à espera - porque simplesmente fui demasiado optimista na minha estimativa de atraso - tenho sempre coisas interessantes para ver no centro comercial.
E depois ainda há as montras e as lojas.
:P
sábado, julho 07, 2007
segunda-feira, julho 02, 2007
Jornalismo sensacionalista e outras coisas
E agora algo completamente diferente: eu vou entrar de férias dentro de 3 horas. Nas imortais palavras dos Blur, Woooo hooooo!!!
:P
sábado, junho 30, 2007
Manhãs de Sábado
Adoro sair da cama e sentir que posso preguiçar sem remorsos, afinal tenho todo um fim-de-semana pela frente, jamais o fim-de-semana acabará, dois dias são a eternidade.
Demoro uma hora a arrumar o quarto, tomar banho e vestir-me. Desperdiço meia-hora da minha vida à deriva na net... Mas que importa?! Subo o volume da música, e penso que pena é a voz não responder depois de 10 horas de sono. Nunca almoço ao Sábado. Como carcaças frescas, daquelas que comia aos lotes de 4 quando era puto, e fiambre acabado de cortar. Tenho toda a semana para comer no prato.
Aaahhh, adoro o vagar das manhãs de sábado, normalmente prolongado até à aula de espanhol da tarde, hoje prolongado até mais tarde, que me vou baldar, pouco me preocupo, sinto saudades de ser irresponsável e vou matá-las agora!
:))
quinta-feira, junho 28, 2007
quarta-feira, junho 27, 2007
A minha música
Não faço questão de me chamar Martim, viver em Cascais com a minha mãe divorciada, praticar surf, e tomar o pequeno-almoço numa mesa cheia de torradas, croissants e sumo de laranja, mas sem qualquer vestígio de migalhas ou pingas de sumo entornado.
O que eu quero é ter uma banda sonora. Quero entrar em cena ao som de "Two-Headed Boy" de Neutral Milk Hotel.
Chegava de manhã ao trabalho e... Two-hea-ded-bo-oy...
Entrava numa reunião e... Two-hea-ded-bo-oy...
Soava a campainha de casa da Helena Coelho, ela fechava a água, saía do duche, vestia um roupão branco, abria a porta e... Two-hea-ded-bo-oy...
Quero ser personagem de novela e Neutral Milk Hotel seria a minha banda sonora. Não conhecem? Convidem-me para jantar.
:)
terça-feira, junho 26, 2007
Ai nem queiras saber o que o meu filho fez ontem à noite...
... no dia em que eu tiver filhos, espero não me tornar num daqueles fregueses habituais da máquina de café do escritório, que ali páram, desconfio que nem seja pelo café, mas somente e apenas para falar dos filhos,
do tamanho deles,
da parecença deles com a falecida irmã da avó materna,
da quantidade de vezes que acordaram ontem à noite,
da marca da papa que lhes dão de comer,
da cor e da consistência do vomitado,
dos peidinhos que dão ao adormecer...
Xiça penico, fechem a matraca ou mudem de assunto!!!
É que é todos os dias...
E há quem queira trabalhar aqui no escritório! (e eu também agradecia um pouco de sossego...)
:[
quinta-feira, junho 21, 2007
O dia mais longo do ano?
Curioso... É que justo hoje sinto que acordei da noite mais longa do ano. Tenho andado cansado, e vai daí ontem decidi:
1. Jogar-me cedinho para a cama, ainda não eram 10 e meia,
2. Deixar o cortinado e o estore (palavra brasileira para loja) abertos, para despertar mais depressa, e
3. Beber um porradão de água para despertar com a bexiga apertada e assim deixar-me de ronhas matinais.
Sei o que pensam: a ideia é genialmente simples, simplesmente genial! Pois não nego. Em teoria. Porque na prática, os efeitos foram menos felizes do que previ.
O primeiro foi acordar a meio da noite com aquela estranha sensação de “aiii cum caraças, já dormi bué, deve tar quase a tocar o despertador”.
Era meia-noite e meia.
Ora, esta sensação, apesar de fantástica quando se acorda às 4 da manhã e se pensa “ui ca bom, ainda faltam 3 horas para me levantar”, é um bocado estranha de se viver à meia-noite e meia, porque, caramba, por mais dorminhoco que um gajo seja, acordar fresquinho da silva 7 horas antes de levantar é um bocado abuso!
O segundo efeito foi acordar a meio da noite com aquela estranha sensação de “aiii cum caraças, se calhar era bom ir ao WC agora”, olhar para o despertador, ver que são 5 da manhã, e não conseguir encontrar as forças para tirar o corpo da cama, um bocado naquela onda de “opa, também daqui a pouco tenho que me levantar, já agora aguento mais um pouco...”.
O terceiro efeito foi basicamente não conseguir dormir mais do que 10 minutos seguidos depois das 6 da manhã, à conta da porra da luz. Lá me virei para a parede, o que até resolve o problema durante uns minutos, mas não numa situação de permanentes incrementos, por um lado do nível de luminosidade, e por outro da quantidade de líquidos retidos na bexiga, a implorarem pela abertura das comportas.
Em suma, a noite foi interminável.
Mas não vou queixar mais. Quero ser um tipo positivo. E a verdade é que, ainda que por caminhos tortuosos, lá consegui alcançar os meus objectivos: dormi pa caraças e quando soou o despertador... pois tenho que admitir que quando tocou o despertador, pouco faltou para sair da cama a correr.
Viva o Verão!
terça-feira, junho 19, 2007
Toma lá Gates, seu cabrão
I find this perspective hard to understand. By any reasonable calculation Microsoft has been a boon for society and the value of its software greatly exceeds the likely value of Mr. Gates's philanthropic efforts.
Here is a sketch of a simple model of Microsoft's social value. ...
In 2006, its revenue was $44 billion, with earnings of $13 billion. This money was generated by creating something consumers value. ...
Suppose that a copy of a new version of Windows sells for $50 (and is typically charged as part of the price of a personal computer). Microsoft's revenue from Windows would then equal $50 multiplied by the number of copies consumers snap up. ... But that's not the social value. That comes from the increase in productivity created when businesses and households use the software. The social benefit equals the value of the extra product, less the total paid for the software. Almost by definition, the benefit has to be positive. Otherwise, why would consumers willingly pay for Windows?
A conservative estimate ... is that the social benefit of Microsoft's software is at least the $44 billion Microsoft pulls in each year. When capitalized with the same ratio (22) that the market applies to earnings, this flow corresponds to a valuation of $970 billion. Thus, through Microsoft's future operations, Mr. Gates is creating a benefit to the rest of society of about one trillion dollars -- or more than 10 times his planned donations. And this counts only the likely future benefits, giving no weight to the past.
Mr. Gates has pointed out that it's difficult to give away such a large sum of money in a productive way. ... Mr. Gates's plan is ... to use the Bill and Melinda Gates Foundation to reduce world poverty, with an emphasis on advances in health. This is a noble goal. But it will likely just supplement the much larger existing programs ... that have been carried out for many years by international organizations and governments. These programs have, at best, a checkered record. Although Mr. Gates is probably smarter and more motivated than the typical World Bank bureaucrat, he likely won't do much better.
To find policies that are likely to alleviate poverty, it is best to look at actual successes and failures. In recent decades, the biggest single accomplishment is the post-1979 (post-Mao) economic growth in China. ... The second-best story is the economic growth in India...
Also illuminating is the greatest tragedy for world poverty -- the low economic growth in sub-Saharan Africa. In this case, the number of people in poverty rose by around 200 million from 1970 to 2000.
These examples suggest that the key question for poverty alleviation is how to get Africa to grow like China and India. An important clue is that the triumphs in China and India derive mainly from improvements in governance, notably in the opening up to markets and capitalism. Similarly, the African tragedy derives primarily from government failure. Another clue is that foreign aid had nothing to do with the successes and did not prevent the African tragedy.
One reason for this is that foreign aid is typically run through governments and, thereby, tends to promote public sectors that are large, corrupt and unresponsive to market forces. Perhaps the Gates Foundation will run more efficient aid programs than we've seen in the past, but I wonder. ...
Of course, Mr. Gates is free to do what he wishes with his $90 billion. But I think he is kidding himself if he believes that the efforts of the Gates Foundation are likely to provide society anything like the past and future accomplishments of Microsoft...
Como é que é possível falar mal de uma fundação que já doou $13.350.751.421, incluindo quase oito biliões de dólares para programas mundiais de saúde?
Como é possível dizer que "basta" à África melhorar a sua governação e, em particular, abrir-se ao capitalismo, especialmente depois do que se verificou na américa latina?
Como é possível um economista fazer um modelo multiplicativo e martelado para os ganhos sociais criados pela Microsoft sem sequer mencionar o facto de que é um monopólio e que pelo menos possivelmente isso criará algumas ineficiências?
Estou indignado!
P.S. Desculpem lá ter feito um post sobre economia neste blog de supostos economistas. :P
segunda-feira, junho 18, 2007
Parelhas
- Monsanto e uma bicicleta
- Um sofá e um livro
- Uma cama e uma almofada
- A guitarra do Paulo e a Meg White na bateria
- Qualquer uma das meninas da TV Cabo e uma praia deserta
- Quaisquer duas das três meninas da TV Cabo
- As duas DJ’s que estavam a pôr música na festa dos 80’s do sábado
- As duas miúdas que estavam a dançar atrás do Fisgas na festa dos 80’s do sábado
(isto está a ficar pouco original, suspeito...)
E para finalizar:
- Qualquer mistura dos elementos anteriormente referidos...
E sim, pode ser uma cama e uma bicicleta, qualquer uma das meninas da TV Cabo e a guitarra do Paulo ou até mesmo Monsanto e uma praia deserta. A única parelha que dispenso mesmo é uma cama e o Fisgas.
:P
quinta-feira, junho 14, 2007
Prazeres
Portanto, quando inauguro esta rubrica com a confissão de alguns dos meus prazeres menos comuns, faço-o na segurança de me saber diferente mas igual a todos vocês. Como disse, cada maluco tem a sua pancada.
E eu tenho as minhas.
Gosto de lavar os pés e as canelas com gel de banho antes de me deitar. Pode ser água quente ou água fria, tanto faz. E não acontece regularmente. Mas quando o faço, epá!, retiro um prazer danado de cehgar à cama e esfregar os pés nos lençóis. Sobretudo no Verão, quando os lençóis são daqueles mais frescos.
Soa xoné? É verdade. Mas não me lixem: aposto que conseguem bem pior...
:)
Sugestão: Sean Riley & The Slowriders / The Cesarians
segunda-feira, junho 11, 2007
Choque Cultural
Fonix, a sério - percebo agora mesmo, enquanto escrevo, que uso esta expressão com muita frequência, e normalmente em situações em que estou prestes a arrancar do peito uma verdade inquestionável – acho que nunca pensei que trabalhar fosse uma coisa tão pegajosa!
As segundas-feiras já são, por si só, terreno pantanoso. Junte-se-lhe:
1 - um fim-de-semana passado na maior das descontrações, em ambiente festivaleiro, e com um consumo desenfreado de toneladas de música, cerveja e um ou outro pão com chouriço - receita de Rio Maior, e
2 - uma massa de responsabilidades e tarefas tão volumosa, tão assutadora, que esta manhã nem sequer consegui dormir em paz e sossego como habitualmente faço no carro, sempre que chego cedo a Lisboa,
e eis que se tem... um gajo deprimido! É que é um choque do caraças!
Tanto estou numa boa a desfrutar de algumas das melhores coisas que a vida tem para oferecer, quanto estou, passadas poucas horas, a aterrar sem pára-quedas na plena realidade de um emprego stressante.
Tanto estou a rir à gargalhada e a dizer disparates entre amigos, quanto estou, passadas poucas horas, de gravata apertada em torno do pescoço, a dizer que sim senhor, que claro que vamos preparar um novo modelo para acomodar as vossas necessidades.
Sou duas pessoas diferentes! Definitivamente, é um choque do caraças.
Pergunto-me como será que as outras pessoas lidam com estas diferenças culturais. Malta, vocês lidam com estas diferenças culturais? Digam-me como, por favor... É que eu tou a ter dificuldades. Ainda esta manhã, quando o cliente concluiu a sua apresentação com um “... E assim concluímos a nossa apresentação”, a minha resposta foi um emotivo “wooo hoooo!!! És o maior!!!”.
:)
sexta-feira, junho 08, 2007
Franjolas #3
segunda-feira, junho 04, 2007
Quem Frequenta Campolide - série 1 - episódio 1
Entretanto, nestes dias que faltam até esse momento, vamos mantendo uma média de visitas razoável, na casa dos 40-50. A maior parte destas são habitués, mas de vez em quando chegam a nós alguns visitantes a quem os motores de busca da net concedem o bilhete para a eterna felicidade sob a forma de link para o Campolide. São... os Outros!
Quem são os Outros? O que fazem os Outros? Os Outros são bons ou maus? Os Outros têm criações de ursos polares? Estas são respostas a que não sabemos responder... Mas nem tudo está oculto... O Campolide levanta agora a ponta do véu sobre a origem dos Outros. Vejamos alguns exemplos das expressões inseridas nos motores de busca, e que trouxeram até nós estas criaturas:
“meninas bonitas”
Este Outro até parece bom chaval. Vai na volta, os Outros até são pessoas normais. Como eu e tu.
“meninas bonitas mortas”
Prontos, é por estas e por outras que nunca se pode confiar neles.
“sexo à borla”
Este é o Outro alternativo. Não satisfeito com os usos banais que se dão à internet, este Outro escolheu ser diferente, escolheu ser underground. Provavelmente até faz pouco do utilizador comum da web.
Este Outro é especial. Este Outro procura sexo na internet.
“literatura de wc”
Compreende-se. Os textos do Campolide mexem com o interior das pessoas.
“homosexalidade”
Este Outro veio parar ao blog errado, ai veio, veio... Aqui não se dão erros de ortografia!
“os peitos da Fafá de Belém”
É verdade que o Campolide já leva mais de 500 posts e quase três anos de vida, mas... meu caro Outro, ainda não somos assim tãããão grandes.
“suecas sacanas”
AHAHAHAHAHAH
Opá, este Outro é o maior! Se bem que estou desconfiado que ele sabe algo que eu não sei...
E agora perdoem-me que eu vou ali fora partir-me a rir...
: )







