Recordo-me de ver este filme e de pensar que gostei. Boa prestação do Nuno Lopes e algumas opções de fotografia muito bem conseguidas. O que mais me surpreendeu foi a ausência de luz da minha cidade. Uma Lisboa despida daquilo que a torna única aos meus olhos. Um Saldanha diferente, uma Baixa irreconhecível, uma praça do Martim Moniz e uma Rua Augusta que não são as da minha cidade. Uma tristeza que se vê, uma melancolia que se sente e um desespero que de tão silencioso se torna gritante.
Uma Lisboa de tantos Lisboetas, de tantas pessoas que aqui não nasceram mas que escolheram ou foram escolhidas para ficarem ligadas a ela.
O melhor que posso dizer sobre o filme é que depois de o ver escolhi não pensar nele durante uns tempos. Deve ser uma dor completamente avassaladora. Tão grande que nem uma pessoa com filhos deve compreender o que sentiria se de repente eles desaparecessem.
Depois de tantas discussões "tertulianas" sobre a RTP, podemos dizer que esta noite foi prestado serviço público.
Uma Lisboa de tantos Lisboetas, de tantas pessoas que aqui não nasceram mas que escolheram ou foram escolhidas para ficarem ligadas a ela.
O melhor que posso dizer sobre o filme é que depois de o ver escolhi não pensar nele durante uns tempos. Deve ser uma dor completamente avassaladora. Tão grande que nem uma pessoa com filhos deve compreender o que sentiria se de repente eles desaparecessem.
Depois de tantas discussões "tertulianas" sobre a RTP, podemos dizer que esta noite foi prestado serviço público.

1 comentário:
Gostei do filme. O que mais recordo é também a cidade escura e chuvosa, completamente diferente da imagem que tenho na mente de Lisboa.
Não achei que fosse fantástico, achei bom. Mas agrada-me que aos poucos vão aparecendo alguns filmes portugueses mais acessíveis e de qualidade aceitável.
Tipo o Coisa Ruim. Também é bom!
Pessoalmente, não suportaria a continuação do cinema tipo Adão e Eva ou Tentação!
Enviar um comentário