Pela primeira vez neste século a minha mãe chamou-me pelo meu nome inteiro. Tenho que confessar que no meio do segundo nome comecei a tremer, no terceiro voltei a sentir que estava na primária e quando ouvi o último apelido lembrei-me perfeitamente do que tinha que fazer: Gritar com toda a força "Não fui eu" e pensar "que é que eu fiz desta vez?".
Na minha opinião não estamos cotas, não andamos é a ouvir raspanetes suficientes dos papás.
quarta-feira, março 28, 2007
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1 comentário:
A triste história de uma mãe que volta a casa depois de um longo dia de trabalho e encontra a sua gaveta da roupa desarrumada pelo filho barbudo...
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