Aprecebi-me recentemente que a melhor forma de alguém me encontrar no comboio é simplesmente procurar um par de mulheres que esteja a conversar. Pode inclusivamente ser o único par de mulheres a conversar em todas as 2 carruagens e 8 vagões do comboio. Onde estiverem as parladoras, lá estarei eu. Eu não faço de propósito. Eu tento até escolher o lugar que penso me irá poupar ao sofrimento. Mas elas acabam sempre por me econtrar...
Num dia bom, estarei ao lado dessas mulheres. Num dia mau, estarei em frente. Num dia normal, estarei no meio. Bem no meio de um fogo cruzado de observações sobre os horários dos transportes públicos, as côres das linhas do Metro e, mais usualmente, as razões pela qual a Cátia Vanessa, que ambas conhecem, é uma antipática, invejosa, cínica e manipuladora.
Em qualquer dos casos, encontrar-me-ão de olhos semi-abertos direccionados para o Céu, aquele com C maiúsculo, como que perguntando "Porquê eu? Porquê outra vez?".
Seja como for, o comboio é um excelente local para se conhecer a essência da natureza humana e a cultura de um povo. Vejam esta foto tirada às 8h10 na estação do Cacém, na entrada para o comboio de Entrecampos-Poente:
Num dia bom, estarei ao lado dessas mulheres. Num dia mau, estarei em frente. Num dia normal, estarei no meio. Bem no meio de um fogo cruzado de observações sobre os horários dos transportes públicos, as côres das linhas do Metro e, mais usualmente, as razões pela qual a Cátia Vanessa, que ambas conhecem, é uma antipática, invejosa, cínica e manipuladora.
Em qualquer dos casos, encontrar-me-ão de olhos semi-abertos direccionados para o Céu, aquele com C maiúsculo, como que perguntando "Porquê eu? Porquê outra vez?".
Seja como for, o comboio é um excelente local para se conhecer a essência da natureza humana e a cultura de um povo. Vejam esta foto tirada às 8h10 na estação do Cacém, na entrada para o comboio de Entrecampos-Poente:

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