No caminho para casa, ao fim de uma tarde bem passada entre amigos, hã... ups... no trabalho, isto é o que queria dizer..., apercebi-me de algo que ainda não visto este ano. Estão aí as praxes!
Eu nunca fui um gajo de me encher de lamechices, mas bate uma saudade ver aquela juventude toda pintada com espuma de barbear na gadelha, baton por todo o lado, ovos pisados, e por aí adiante.
Isto relembra-me a minha eterna sina: aprender com os nossos próprios erros. Para aqueles que não sabem - e já devem ser poucos dos que andam por este cada-vez-mais-popularizado blogue – no primeiro dia de um recém-entrado na FEUNL, não se pode praxar. Mas o que poucas pessoas saberão, ou então muitas sabem e só eu é que não sabia na altura, sobretudo porque era um miúdo imaturo e arrogante de 17 aninhos, é que não se deve insultar o Dux.
Isso foi das primeiras coisas que aprendi na Nova. Mas preferia que alguém me tivesse ensinado isso de livre e espontânea vontade, sem cobrar nada em troca. Mas o que aconteceu foi precisamente o contrário, quando um gajo qualquer se virou para mim e me perguntou:
- Sabes quem é que acabaste de insultar?
A resposta foi bastante óbvia, mas levei uma semana a pensar se tinha valido a pena ter insultado o Dux ou a mãe dele ou lá o que foi. Penso que sim, pois o balanço final foi, apesar de tudo, bastante positivo. A verdade é que andei sempre entre os Reis das Praxes e mais ninguém para além daqueles “porreiros” me podiam tocar. Ah, é verdade, tive o prazer de assistir ao Tribunal de Praxe em primeira fila, mesmo no centro da acção, como poucos caloiros tiverem oportunidade para o fazer. Mas hoje provavelmente teria tentado controlar os meus ímpetos, afinal o sacana do Valverde e do Figas também assistiram ao Tribunal, apesar de não ser permitido entrada a caloiros, e praticamente ninguém lhes tocou.
Mas não guardo rancores. Além disso, a vida há-de trazer justiça ao mundo! Pelo menos assim espero...
Eu nunca fui um gajo de me encher de lamechices, mas bate uma saudade ver aquela juventude toda pintada com espuma de barbear na gadelha, baton por todo o lado, ovos pisados, e por aí adiante.
Isto relembra-me a minha eterna sina: aprender com os nossos próprios erros. Para aqueles que não sabem - e já devem ser poucos dos que andam por este cada-vez-mais-popularizado blogue – no primeiro dia de um recém-entrado na FEUNL, não se pode praxar. Mas o que poucas pessoas saberão, ou então muitas sabem e só eu é que não sabia na altura, sobretudo porque era um miúdo imaturo e arrogante de 17 aninhos, é que não se deve insultar o Dux.
Isso foi das primeiras coisas que aprendi na Nova. Mas preferia que alguém me tivesse ensinado isso de livre e espontânea vontade, sem cobrar nada em troca. Mas o que aconteceu foi precisamente o contrário, quando um gajo qualquer se virou para mim e me perguntou:
- Sabes quem é que acabaste de insultar?
A resposta foi bastante óbvia, mas levei uma semana a pensar se tinha valido a pena ter insultado o Dux ou a mãe dele ou lá o que foi. Penso que sim, pois o balanço final foi, apesar de tudo, bastante positivo. A verdade é que andei sempre entre os Reis das Praxes e mais ninguém para além daqueles “porreiros” me podiam tocar. Ah, é verdade, tive o prazer de assistir ao Tribunal de Praxe em primeira fila, mesmo no centro da acção, como poucos caloiros tiverem oportunidade para o fazer. Mas hoje provavelmente teria tentado controlar os meus ímpetos, afinal o sacana do Valverde e do Figas também assistiram ao Tribunal, apesar de não ser permitido entrada a caloiros, e praticamente ninguém lhes tocou.
Mas não guardo rancores. Além disso, a vida há-de trazer justiça ao mundo! Pelo menos assim espero...
4 comentários:
É verdade. Da sexta fila, mas via-se bastante bem! E o melhor melhor, é que não tivemos que passar o tempo todo crucificados para tal...
Mas sim, confesso que as praxes são bastante interessantes. Estou com esperança de conseguir praxer algum pessoal aqui na empresa. Claro que banha e ketchup poderão ser algo fora de moda, mas poderão ter que levar uma mala cheia de tijolos, perdão, documentos importantissimos, do Saldanha à PT-M sem recurso a taxis...
Mas agora não saberás o que é ser crucificado tão cedo...
Ah, e abençoado aquele que não leva a mal os que o crucificam diariamente, pois deles é o Reino de Deus.
Não queria puxar dos galões. Eu não levei a mal, até porque eles soltaram a fita-cola que prendia os braços quando disse que já não sentia as mãos. A cor azulada também devia falar por si...
Pois, aposto que agora não me deverá suceder tão cedo. Mas acho que também dispenso! Vê bem, essa crucificação é memorável para nós dois, embora apenas 1 tenha ficado azulado e quentinho das velas...
No fundo, acho que eles já na altura sabiam que o meu coração é azul e branco. Apenas quiseram que eu transparecesse isso de forma mais clara, para que não houvesse a mínima dúvida... Ninguém devia ter vergonha do seu clube, nem mesmo os Sportinguistas. Bom... esses se calhar deviam!
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