Dou gratuita e generosamente a ideia, que qualquer empresário com dois dedos de testa aproveita, da “Casa da Avó”. A “Casa da Avó” seria uma loja destinada, claramente, a netos que não saibam o que comprar para uma avó que todos os anos diz que não quer nada no aniversário e, ao mesmo tempo, fica chateada se lhe fizermos a vontade!
Esta quinta-feira, dia de S. Martinho, a minha avó fez anos. Em cima da hora, como é costume, ainda não fazia ideia do que comprar. Emiti prontamente um pedido de socorro a uma nova amiga, solicitando ideias originais, na esperança de que a sensibilidade feminina (tão abundante nas amigas giras) abrilhantasse o meu final de tarde... Mas não chegou. Já não há ideias para quem nada quer no aniversário!
Acabei por comprar umas rosas vermelhas, que ao fim de tantos séculos de existência continuam a encantar as mulheres...
Quando saí da florista tive oportunidade de testemunhar uma prodigiosa revelação, que me fez sentir ainda melhor com a vestimenta que usava. Se pensam que as mulheres ficam animadas com flores, experimentem passear por Lisboa com um ramo de flores, vestindo fato e gravata. Que loucura!
(Nota: Se forem excessivamente feios talvez não chegue flores, fato e gravata. Metam uns óculos escuros e mais qualquer coisa, nunca fiando...)
sábado, novembro 13, 2004
Façam uma “Casa da Avó”!
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