The National - BoxerE o incrível é que parecem ter um álbum quase tão bom quanto este, que é o Alligator. Mas esse ainda estou a descobrir...
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Os pensamentos livres de um grupo de economistas com ligações sentimentais ao Colégio de Campolide e respectivas, por ordem de importância, cantinas e mesas de ping-pong e matrecos
6 comentários:
Concordo plenamente! ainda mais impacto tem quando não estás mesmo nada à espera, ora pq ja tinhas ouvido antes e n achaste assim tanta piada, ora pq achas que toda agente gosta só porque a música se ouve bem, ora porque não gostas da pinta da banda. Mas depois quando ouves o album, num certo momento da tua vida, ou quando reparas na perfeição de um excerto da música, ou quando um acorde não te sai da cabeça, sentes um murro no estômago e pensas, caramba ... isto é mesmo bom.
btw, este comentário é para o post anterior (coisas de principiante...! :P)
Hellou! (piada parva, mas não resisti)
Epa, mas boas observações! Revejo-me no que escreveste.
Mas agora diz lá: para quando mais posts sobre o clinquer?
A música é uma maravilha.
Acho que ouvir muita música é muito bom. Tudo bem que alguns álbuns ouço tipo reviewer, umas vezes e pronto, lá vai até um dia. Mas algum dia hei-de ouvir uma melodia daquele álbum, e hei-de lembrar-me dele, e voltarei a ouvi-lo e finalmente descobri-lo.
Quanto a todas as piadas dos comments anteriores, só tenho a dizer que o clinquer está para o cimento como a música para a minha vida.
Agora já não podes fazer mais comparações destas... É uma questão de postura empresarial que vai ter de ser diferente. A Número Um assim exige!
O VV invocou um sentimento que também tenho quando num dia, uma rádio decide passar aquela música, ou no trabalho alguém a ouve. E relembra-mo-la...e, no caso de estar associada a algum momento, revive-mo-lo e é bom. E depois é o (re)descobrir o album...e o ganhar novamente aquela adicção que nos faz ouvi-lo over and over again.
Penso que o boxer, dos the national pode bem vir a sê-lo um dia
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