Este é o meu último apelo à sociedade portuguesa. É importante, crucial, essencial, substancial, indispensável, inventar novas palavras, pois confesso que ando bastante aborrecido, enfastiado, entristecido, amargurado, revoltado, insurrecto, indignado, abespinhado e, de certa forma, um pouco agasto, irritado, fulo, irado, colérico até, com a mais tradicional frase da televisão nacional:
- Estou sem palavras!
- Estou sem palavras!
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