segunda-feira, agosto 25, 2008

Sabores e dissabores

Hoje à frente do computador, a olhar para o rio e para o mar lá ao fundo, comi uma bolacha torrada. Não me soube tão bem como as bolachas torradas que comi no sábado na praia enquanto me ria dos “caixalotes” que deram à costa…

De bolachas a maças, passando por bolas de berlim e gelados, na praia tudo sabe melhor.

Será que se comer uma feijoada na praia vou começar a gostar de feijão?

Falsa partida

Não me acho supersicioso, mas quando o dia e a semana começam com uma conjugação de dores quase paralisantes nas costas e a bilha de gás a chegar ao fim, o que me obriga a sair da banheira e ir,corcovado, enrolado na toalha e a tremer de frio tentar carregar com a nova bilha de gás desde a varanda até à cozinha... então dirijo ao céu o meu olhar e peço a quem quer que esteja lá em cima que não deixe isto ser o prenúncio do que está para vir...
:)

domingo, agosto 24, 2008

Após três horas submerso...

... em trabalho no microsoft office 2007, estou praticamente convencido - isto na sequência de suspeitas decorrentes de interacções com o novo internet explorer e com o windows vista - estou praticamente convencido, dizia eu, que a malta da microsoft anda a
(i) consumir substâncias alucinogéneas, ou
(ii) tentar derrubar a derradeira barreira da paciência do utilizador informático que o impede de projectar o portátil recentemente adquirido contra a parede, ou
(iii) propositadamente fazer esquecer qualquer réstia de credibilidade conquistada pela microsoft ao longo de décadas, ou
(iv) todas as anteriores.

Parabéns Bill, pelo três em linha!
AAAAAARRRRRGGGGHHHHH

quinta-feira, agosto 14, 2008

terça-feira, agosto 12, 2008

segunda-feira, agosto 11, 2008

O meu momento reflexivo

Segunda de manhã é a altura da semana em que eu penso sempre em actualizar o meu CV, em mudar de emprego, em voltar a estudar, em montar um negócio próprio e, ocasionalmente e dependendo da severidade do síndrome de segunda-feira, em pôr a mochila às costas, emigrar para a sibéria e viver como eremita numa cabana no meio da floresta gelada, onde todos os dias são fim-de-semana.
:/

quarta-feira, agosto 06, 2008

Em Agosto, sê feliz!

Woo hooo, é Agosto!

Saio à noite do trabalho e ainda vejo luz solar. Só por aí, já tenho motivos para celebrar diariamente a minha sorte. Mas a juntar a isso, ainda se sente no ar um cheiro a noites de Verão, e as ruas estão sossegadas, e de uma forma geral parece haver um ambiente mais descontraído na cidade. Dá vontade de escrever uma música ao mês de Agosto.

Por outro lado, é-me penoso olhar pela janela do carro enquanto me dirijo para o trabalho e ver a malta jovem a caminho da praia, chinelo no pé e toalha debaixo do braço. Ai a inveja... Não passou assim tanto tempo desde que eu fazia o mesmo. Eu ainda me lembro bem! E isso pesa-me no peito. Pensar que nunca mais vou saborear 3 inteiros meses de férias e liberdade absoluta pesa-me no peito... É que eu gosto mesmo de chinelos.

Mas não interessa. Vou passar por cima disso e tentar aproveitar o melhor mês do ano, e, porque coincidem, as duas semaninhas de férias que a boss tirou e que por vezes chego a acreditar que me agradam mais a mim do que a ela!
:)

sexta-feira, agosto 01, 2008

O meu breve post anti-capitalista

Peço encarecidamente aos meus amigos que me esbofeteiem se algum dia me apanharem a jogar golf e a falar de negócios num domingo de manhã.

Caramba, como quero preservar o meu espírito jovem anti-materialista!
VIVA LA REVOLUCION!

quinta-feira, julho 31, 2008

Um cheirinho do meu ambiente de trabalho

Verdadeiramente embaraçoso é uma pessoa aproximar-se da secretária da boss segundos depois dela ter lançado uma arma química silenciosa.
Ela sabe que largou a bomba.
Um gajo sabe que ela largou a bomba.
Aliás, o cheiro é tão intenso, que tá na cara que ela sabe que um gajo sabe que ela largou a bomba!

A vontade de rir é difícil de conter. De repente, ela faz um qualquer comentário sem piada. Tipo “não entendo como é que eles chegam a estes números”. Mas o sorriso dela é perceptível, logo é a oportunidade ideal para soltar aquela gargalhada que dolorosamente estava contida: AHAHAHAHAHAHAH!
O ridículo disto é que ela sabe o porquê daquele riso inoportuno. Só que como também tem estado a conter o riso, desata a fazer coro: OHOHOHOHOHOHOH!
E então é o regabofe total: AHAHAH OHOHOHOHOH AHAHAHAH OHOHOHOHOH!

São, enfim, estes momentos que dão um aroma especial à usualmente inodora monotonia do trabalho...
:)

segunda-feira, julho 28, 2008

Viver em sociedade é fascinante. O problema está nos outros

Este fim-de-semana dei de caras com o meu carro bloqueado por um rover em segunda fila, à porta do bar brasileiro onde o tinha estacionado. Bar animado aquele, digo-vos já.
Assim que vejo a cena, sei imediatamente que o malandro do condutor do rover só pode estar lá dentro, perdido naquela nuvem de fumo salpicada de centena e meia de decibeis. Em vão alimentei a esperança que o gajo aparecesse à porta ao fim de umas quantas buzinadelas. É que Deus não curte os agnósticos, e portanto lá tive mesmo de entrar no bar em busca do malandro.

Com o peito a pulsar de revolta, estendo as mãos e empurro as portas tipo bud spencer a entrar no saloon. Agora estou cá dentro e o ambiente é-me estranho. Está toda a gente a dançar e a beber e a cantar em coro com o gajo do órgão. Já não sou o bud spencer. Agora sou tipo screech e só quero é despachar o meu assunto. Aproximo-me do tipo do órgão e estabeleço contacto visual. Vejo pela cara de alegria dele que está a pensar que eu lhe vou pedir para cantar alguma balada do roberto carlos. Nada disso, cara. Ele acaba o refrão e começa a solar no órgão. É a loucura no bar! Aproveito para lhe gritar ao ouvido:
- DESCULPA LÁ, MAS PODES PERGUNTAR AÍ AO MICROFONE SE ALGUÉM DEIXOU UM ROVER MATRÍCULA XPTO 35 ESTACIONADO EM SEGUNDA FILA?”.
Que sim, tudo legau. Parou a música. Tou tenso, caramba...
- Aí galera, alguém estacionou um rové em segunda fila lá fora, matrícula xpto 45?
- Ah... 35, é 35.
- Rové xpto 35, galera!

O condutor do rover salta do meio da galera. Tá com ar de quem bebeu umas cachaças, mas parece-me pacífico. Nem olá, nem desculpa lá, nem vou já tirar o carro, nada. Levanta-se, mostra-me o polegar e lá vai ele recuar a viatura. É a minha deixa. Agradeço ao gajo do órgão – Valeu, mané! – e vou mas é fazer-me à estrada, revoltado com aquele bocó que me bloqueia o carro e vai curtir para dentro de um bar, mas ao mesmo tempo confortado pela sensação de alívio de não ter sido forçado a partir para uma cena de bud spencer com banda sonora de roberto carlos.
:)

domingo, julho 13, 2008

Até há uma hora atrás...

... vivi na convicção de que não era possível apaixonar-me por um álbum à primeira audição.

:))

domingo, junho 08, 2008

Rescaldo da Vida de um Expatriado

Com ausência prolongada do nosso país esqueçemos por vezes que existem outras formas de comunicação. Aproveito esta para vos mostrar um pouco do que foi a minha vida por terra romenas até então.

Foi em Setembro e Outubro a altura das primeiras viagens á Roménia, tendo sito Novembro a data da minha chegada para ficar.

Deixo-vos a primeira impressão que qualquer pessoa tem de Bucareste:




Edificios interessantes perto da rua do escritório no centro historico da cidade.






A Casa do Povo como é designada pelos romenos. Um palácio construido no tempo do ditador Ceaucescu que é não menos que o segundo maior edifício administrativo do Mundo e cuja construção perdurou após o seu fuzilamento.







A Casa do Povo expatriado e da classe alta romena de Bucarest o famoso Bamboo, que como eu digo são 3000 m2 com 2000 mulheres das quais 3 ou 4 não vale a pena olhar (são as turistas). Depois deste sitio é impossível voltar a uma discoteca portuguesa e não ficar deprimido.



Mas para quem pense que a vida tem sido fácil posso dizer que só após 4 meses aqui consegui tirar fotos sem ser de dentro do carro. Para uma empresa que facturava 15 M € a estrutura de gestão foi aumentada para 3 pessoas em Outubro com a minha chegada e a de outro colega. Mesmo assim após poucas semanas na Roménia já se tirou algumas hilações que resumem muito do que é este país:


  • Em Portugal temos os melhores construtores civis do Mundo, senão vejam fotos de um dos melhores elevadores daqui:



  • Em Portugal é que se anda de carroça (Em Bucareste vejo a qualquer hora BMW X5, Touareg, Porshes, Ferraris, Hummer, Mustang, Bentley, etc, etc, etc); Curiosidade. aqui um Audi Q7 custa 50 mil € e é considerado o carro dos ciganos.

  • As mulheres bonitas portugesas perderiam-se de vista no meio das resmas, paletes, tonelas, montes de mulheres romenas na noite. Bucareste é o paraíso dos expatriados solteiros.

  • O trânsito é caótico. se não querem demorar uma hora a fazer 200 mts de carro é bom que saiam antes das 7 de casa. Os romenos são os piores condutores mundiais.

Lá para Janeiro a malta foi mudar de ares para uma cidade pacata mais a Sul: Calarasi. A capital dos ciganos, local estratégico onde dias antes do Natal de 2007 foi adquirido o terreno para a fábrica com um negócio fechado á última da hora onde arrisquei não passar o Natal em Portugal por falta de voos e atrasos no envio do dinheiro para aquisição dos terrenos. Entre ameaças de morte, dias sozinho com - 20 negativos no meio da neve de uma cidade só com ciganos e sem falar romeno o negócio lá se fechou.


Inicio do ano, reunião de arranque do projecto com equipa reforçada vinda da PT e PLN com as primeiras impressões dos colegas após primeira semana a viver em Calarasi: "Tou Eng., mande-me de volta que já não aguento. Estou mais cansado desta semana do que o ano que tive na PLN". A malta após algum esforçe de integração lá foi atinando e agora até já não diz tanta vez que isto é o fim do mundo. Afinal porque o diriam?! É que Calarasi já tem:


  • 5 restautantes
  • um cinema fechado
  • 2 relvados sintécticos de F 5
  • 1 bar
  • 1 hotel de 3 estrelas
  • uma discoteca com piscina que abriu agora no Verão.

O que é que a malta quer mais?!



Uma coisa é certa, agora que a equipa já está a ficar oleada e após 7 meses, sem fins de semana ou domingos, com noitadas em cima praticamente todos os dias da semana contabilizo para cima das 2500 horas de trabalho e mais 200 horas de TLM, muitas vezes a rejeitar chamadas de amigos, família e namorada porque estava já de noite a trabalhar ou porque estava cansado demais para atender o telefone. Agora já tenho Domingos, já escrevo na net e já respondo a e-mails pessoais.


Para trás ficam cenários como este que tenho bem documentados na pasta as minhas imagens para um dia mostrar aos meus filhos:





Se em Calarasi o cenário tipico são carroças em Bucarest a malta anda de carro nos passeios ou nos carris do comboio.




Cenário de guerra na altura da reconstrução, onde chuvia literalmente mais dentro do que fora das instalações.









As fotos que me fizeram sentir os primeiros indicios de missão cumprida, com o nosso soldador estrela que fuma ao mesmo tempo que solda, ou o cão da primeira empresa de segurança que não nos rouba, ou a malta do escritório a ficar com indícios de organização ou a fábrica a ganhar a imagem da empresa.


Posso dizer que aqui passei pelo pior, fui ameaçado de morte vezes suficientes para deixar de pensar nisso, fui seguido por carros mais que muitas vezes, cortaram-me o pneu do carro. Muitas vezes só aguentei porque não havia mais ninguém para fazer o trabalho, muitas mas muitas vezes pensei em ir-me embora, deixei de ter vida pessoal, emagreci 10 kilos desde que cá estou, aprendi a falar romeno sozinho, aprendi a gerir uma empresa sozinho, aprendi o que custa despedir pessoas com mais anos de casa do que eu de trabalho, ganhei uma frieza que me surpreende a mim próprio e muito mais coisas dificeis porque passei que a maior parte do pessoal da FEUNL nunca pensou que existia.
No meio de tudo posso dizer que tive o prazer de trabahar com aquela que sempre foi e será a espinha dorsal da MTC Roménia: JR (aprendi muito sobre a vida com este aqui), JC (aprendi a ter capacidade de sacrificio), AP (ainda não percebo como se pode dormir 3 horas dia) com uma média de idades de 26 anos mas onde confesso que apendi tanto com os de 30 como coms os de 23. Foi com esta equipa que a minha vida profissional se misturou com a pessoal poque aqui é tudo a mesma coisa nesta familia. Orgulho-me de com estes ter trabalhado e tudo o que passámos e ainda passamos, para que este ano a empresa chegue aos 50 M € seja a 2ª maior do Grupo gerida por uma equipa da qual diria o seguinte:
Nunca duvidem do que um grupo motivado de cachopos, de topo em cada das suas áreas profissionais, pode fazer.

O Grande telefonou-me a semana passada a perguntar se me dava bem "com climas tropicais"- Já foi o segundo tlf deste género desde que vim para a Roménia. Parece que desta é que deve ser. Se calhar ainda faço uma visita de meses a um deste grupo de economistas se bem que uma das coisa que aprendi na MT é que não vale a pena pensar muito no amanhã, um espirito que provavelmente levarei comigo para onde quer que vá ou por qualquer empresa representarei.

sexta-feira, maio 23, 2008

Euro2008

Venha o Euro!

Confesso-me algo ansioso por mais uma competição destas. Só lamento não ter férias para ficar em casa all-day defronte do ecrãn ou, numa histórica manifestação de proactividade e coragem, me deslocar à Áustria-Suiça e ver ao vivo.

Vejamos os factos: nas duas últimas competições, fomos reconhecidos como 2º e 4º melhor da Europa e do Mundo. Sorte? Talvez. Mas duas competições seguidas a ter sorte apenas, parece-me demasiada fruta! E não falo de fruta, mas de fruta!

Dia 7, porque demoras tanto??

quarta-feira, abril 16, 2008

Downshifters

Vinha ontem no Metro uma notícia sobre uma nova filosofia de vida: downshifter. Este modo de vida está relacionado com o seu mais limitado significado: por uma mudança abaixo, desacelerar. Trata-se de uma filosofia de vida que está ganhando cada vez mais e mais adeptos por esse mundo fora... e, no meu ponto de vista, uma clara melhoria no bem-estar da sociedade como um todo. Claro que entre isto e a pancada dos hippies não me parece haver substanciais alterações, tirando uma ou outra droga ou vitamina... E também não me parece que isto já tenha pegado moda em Portugal, pelo menos não nas camadas mais jovens, ou pelo menos… não na malta de Campolide... workaholic por natureza.

quarta-feira, abril 02, 2008

Porque é que eu acredito em extra-terrestres mas não em Deus?

Porque Deus eu nunca vi, ao passo que me é muito evidente que os extra-terrestres andarem aí, porque a toda a hora os vejo.
Ainda agora estava ali um no supermercado. Pôs-se atrás de mim na fila, enquanto eu ia pagando as minhas bananas, e foi perguntando à menina da caixa se o pai natal era antes ou depois do coelhinho da páscoa e dizendo que tinha vindo da guerra e que por isso estava aminésico, e que não distinguia o pai natal do papa, nem o robocop do... do...
Ok, eu bem que ansiava para ouvir o que dali ia sair, mas ele não completou a frase.
Para terminar a sua actuação, o extra-terrestre ainda ameaçou a sua esposa com violência electrodoméstica caso esta não se calasse, pois ele já estava a sentir a impulsividade a subir-lhe ao cerebelo.
AHAHAH

quinta-feira, março 27, 2008

Aproveitando o debate ...

... em torno dos acontecimentos mais recentes: Pais deste país, por favor, acordem!

Ter filhos não é apenas brincar com eles, não é apenas dar os bens materiais necessários e acessórios, não é apenas mimá-los ... exige um pouco mais. Exige educar, incutir valores,...
Não quero ser injusta para os pais no seu geral, e não estou a pôr em causa a dificuldade e complexidade da sua "tarefa", mas tenho a sensação que a geração de pais mais recente anda a facilitar um pouco...

Espero sinceramente estar enganada! Espero que seja apenas uma sensação...

.

segunda-feira, março 10, 2008

A correr

Por uma razão ou outra não tenho conseguido postar nada de jeito aqui no blog, e isso começa a aborrecer-me, e a fazer-me sentir como quando quero ir ao ginásio, e todos os dias trago o saco de desporto para o trabalho, mas nunca encontro o tempo ou a força de vontade suficientes para o fazer e acabo por nunca ir e a cada dia que passa penso mais e mais que tenho MESMO de ir ao ginásio, sobretudo porque se aproxima a mini-maratona de Lisboa e não quero correr o risco de ficar apeado em Alcântara e deixar mal a equipa de Campolide, simplesmente porque me faltou o fôlego, até porque se assim for, lá se vão os pastéis de Belém prometidos aos vencedores, pastéis esses que, a propósito de alguns comentários no post anterior, sinto não andarem a ser devidamente avaliados, uma vez que são bons, isso são, mas não são os melhores pastéis de nata, e apraz-me aliás dizer que, em matéria de doçaria, ficam a dever muito aos travesseiros da Piriquita, sobretudo se ainda quentinhos, ou aos piriquitos, como insisitia em chamar-lhes o amigo Ricardo, agora exilado em terras angolanas, e a quem aproveito para mandar um abraço e dizer "tive pena que não pudesses ver os the cure no sábado, mas não há problema porque se tudo correr bem vamos ver os rage against the machine daqui a uns mesitos, lá mais para o verão", e mal posso esperar por esse verão, ou pelo menos por algumas férias, alguma sensação de alívio que me resgate desta permanente correria em que se tornou a minha vida, desta constante pressão em que passo as minhas horas no escritório, deste reflexo pavloviano de medo à preguiça, durante uns minutos que seja, porque a experiência me diz que sempre, ou quase sempre, quando lhe cedi no passado, acabei por sofrer na pele as consequências, como se afinal sempre existisse algum tipo de justiça divina, ou poética, ou talvez prosaica se adeque melhor, mas agora estou farto e só quero despejar, de chapa, de chofre, de rompante, como lhe queiras chamar, este chorrilho de ideias vagamente relacionadas, e esperar que, por fim, ao conseguir desabafar este décimo das coisas que me vão passando pela cabeça, por fim, ao me sentir perder o fôlego, como quando vou correr e não consigo mais, por fim, dizia eu, fique tudo um pouco mais calmo...
uff

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Quaseeeeeeeeee!


Está quase aí... Que recomecem os treinos. Os últimos pagam os pastéis!

domingo, fevereiro 24, 2008

Definição de Economista

"Um economista é uma pessoa que tenta conduzir um carro olhando para o espelho retrovisor."


Por Prof. José Mata, numa das aulas de Introdução à Gestão,
no primeiro ano de faculdade