segunda-feira, outubro 08, 2007
A Loja das Coisas Grandes
Dentro deste tema, venho aqui propôr uma empresa, intitulada "A Loja das Coisas Grandes". A dita loja teria tudo (ou quase...) do que existe por aí, mas somente em tamanho grande. E mais! Todos os itens seriam bonitos e sem preços exagerados, adequados a qualquer pessoa. Haveria de homem e senhora, adulto e criança, indoor e outdoor, vestuário e outros acessórios, etc etc etc! Desta forma, todos aqueles grandes consumidores e sedentos de uma coisa nova conseguiriam resolver os seus problemas.
Procura-se associados(as).
PS: Caso se questionem donde surgiu esta idéia, a mesma proveio de hoje ter corrido meia Lisboa para encontrar uns ténis, e o meu problema já não se resumir a dois ou três pares extremamente foleiros, mas sim a nenhuns... E eu sei perfeitamente que existem por aí pés maiores que os meus...
sexta-feira, outubro 05, 2007
Tempus Fugit
Ontem até poderia ter havido umas pitadas de cada um desses ingredientes... Vocês sabem bem a que horas me deixaram em casa, mas se às 7h50 estava a escrever este post é pela frustrante e desconcertante razão de que estava a acordar de meia em meia hora e depois das sete não ter conseguído voltar a adormecer, é porque há, muito recentemente, qualquer coisa em mim que me tenta dizer que não devemos desperdiçar o tempo com coisas vãs. Pena é quando se trata de um descanso que uma pessoa normal não deveria abdicar...
quarta-feira, outubro 03, 2007
Um post sobre economia
Toda a gente sabe que o nosso rectângulozinho à beira mar plantado vive uma época de crise, de contenção orçamental, de perda de poder de compra e de aumento do fosso entre ricos e pobres.
Ouvimos dizer que são cada vez mais os pobres e os alienados da sociedade, que os índices de criminalidade violenta estão a aumentar e que o desconforto social é cada vez maior - aumento do número de manifestações, perda de credibilidade do nosso sistema político e aumento dos extremismos políticos. Todos sabemos que isto está a ocorrer mas, como economistas, gostamos sempre de números, de medir o quão mal realmente estamos. Para isso podemos utilizar indicadores sociais, políticos e económicos. Neste contexto deparei-me ontem com um artigo do Jornal de Negócios sobre uma das variáveis que mais gostamos: a taxa de desemprego.
Segundo o artigo o “universo dos desempregados abrange agora 8,3% da população activa portuguesa”, o que coloca Portugal como o “5º país com mais desemprego entre os 27 Estados-membros da União Europeia, e no 3ª da Zona Euro”. Ainda mais, Portugal está agora à frente de Espanha (pelo menos numa coisa somos melhores que eles).
Este comentário não quer reflectir nenhum sentimento de rivalidade com nuestros hermanos apenas alerta para o facto de termos já uma taxa de desemprego superior a uma economia que cronicamente tem uma das mais elevadas taxas da Europa e que tem um sistema de apoio ao desemprego (alguns até defendem que ao invés de apoio se deva utilizar a palavra “incentivo”) bastante superior ao Português.
Sempre me identifiquei com a esquerda e até apoio várias propostas do actual governo o que pode parecer contra-senso porque este é dos governos mais à direita que me lembro (1) mas acredito na necessidade de uma profunda reforma no nosso sistema económico (reformas fiscais, diminuição do défice público, incentivos à criação de empresas, redução do n.º excessivo de funcionários públicos, impedimento ao financiamento excessivo das autarquias...). MAS agora é necessário sermos mais rápidos mas tambem mais fléxiveis. A parte da eficiência deverá melhorar (façam figas) mas a parte da equidade tem sido desprezada em demasia. São necessários mecanismos para promover as parcerias publico-privadas, atrair mais investimento estrangeiro (p.e. energias renováveis), gerir melhor os parcos recursos que temos (p.e. aproveitar as oportunidades no Alqueva) e sobretudo não gastar dinheiro sem fundamento (2).
(1) Nota do blogger: A verdade é que quando o Cavaco Silva chegou ao poder eu devia estar mais preocupado com o He-Man e com os Transformers, por isso o horizonte temporal a que me refiro não pode ser assim tão longo.
(2) Infelizmente ainda não tenho qualquer opinião sobre a OTA e quando digo gastar dinheiro sem fundamento obviamente que não falo dos equipamentos sociais que apesar de não originarem receitas podem, consoante os casos, ter um valor acrescentado muito importante.
terça-feira, outubro 02, 2007
Propostas Gastronómicas (Post em construção e, quiçá, em permanente actualização)
Eis que partilho convosco os tesouros gastronómicos que me vêm à mente nestes 5 minutos após devorar a massa do Go Natural, e antes de me agarrar ao trabalho com um raro empenho, ou não tivessem os dedos da minha boss ganho tão grandes apego e familiaridade às minhas orelhas nos últimos dias.
Isto agora vai ser publicidade à doida, mas ora tomem lá os pitéus que me fazem crescer água na boca só de pensar neles:
- Fetuccine com frango e nozes no Go Natural (o único contra é ser tão pouca quantidade... sintomático disso é eu vir para aqui fazer um post destes depois de a comer)
- Carne de porco à alentejana no Stop do Bairro em Campo de Ourique
- Plumas de porco preto na Adega do Silva ao pé das Torres de Lisboa
- Big King em qualquer Burger King em Portugal, ou até, digamos, em qualquer dos Burger Kings de Budapeste
- Caldo de peixes do rio à moda de Marmelar... lá em casa
- Posta holandesa na churrasqueira Avenidas, no bairro de S. Sebastião
- Pizza de massa fina com ananás, pepperonni e pimento mandada vir da Pizza Hut e comida com umas batatinhas fritas a acompanhar - esta das batatas nasceu ali da perversamente criativa mente do tosttas com dois tês
- Bacalhau à braz feito pela mãe do meu amigo Nuno, que até já me explicou passinho por passinho como é que se faz, mas cuja receita nunca consegui aplicar decentemente
e last but not least...
- As mini-madalenas que estão alojadas ali na gaveta de baixo do lemmings. Lemmings, vá lá camarada, deixa-me comer só mais uma!
:)
sexta-feira, setembro 28, 2007
Rock'n'roll is back!
Datas:
6 de Outubro - Nicotine's Orchestra + Murdering Tripping Blues
3 de Novembro - Sean Riley & The Slowriders
8 de Dezembro - d3ö
Sempre às 23:00 pontuais no IN A BAR em Rio Maior (a 20 minutos das Caldas da Rainha e de Santarém!; a 50 minutos de Lisboa!)
Proximos Concertos:
Nicotine's Orchestra - 6 de Outubro


Murdering Triping Blues - 6 de Outubro

Sean Riley & The Slowriders - 3 de Novembro

d3ö - 8 de Dezembro
quarta-feira, setembro 26, 2007
2 ou 3 observações triviais sobre a vida
2. Não compreendo tanta publicidade às bolachas Oreo, sobretudo coisas como "a bolacha mais vendida do mundo". Eu não sou nada esquisito no que toca a bolachas, mas sinceramente, as Oreo não valem o papel em que estão empacotadas e jamais estragaria o meu copinho de leite com tal bosta!
3. Nestes dias, e isto já dura há coisa de quase 3 meses, por mais música que oiça, acabo sempre por ir dar ao mesmo...
LCD Soundsystem - Sound of SilverCaramba, que este caíu-me mesmo no goto!
4. Outra publicidade curiosa que acabei de ver diz que "8 em cada 10 dentistas recomendam Aquafresh". Ora, eu fiz umas contas, e durante a minha vida acho que já conheci pelo menos 6 dentistas. Nenhum deles me recomendou Aquafresh. Sinto-me um outlier extremamente severo.
5. Ando a ler o meu primeiro livro do Stephen King e estou marabilhado! É uma sensação fantástica quando se descobre um autor de que se gosta. Entretanto, descobri também o prazer de ler em bancos de jardim ao fim-de-semana e vou-me questionando se será assim que começa a velhice.
6. O meu caminho para casa está a tornar-se cada vez mais penoso. Passo à porta de 2 churrasqueiras e o cheirinho a carvão e assados corrói-me até às entranhas! Sinto saudades de comer frango assado à la pata.
7. Raios, como tenho fome... E ainda falta tanto tempo para o pequeno-almoço!!!
:)
terça-feira, setembro 25, 2007
Morte ao caloiroooooooooooooooooo!
Eu nunca fui um gajo de me encher de lamechices, mas bate uma saudade ver aquela juventude toda pintada com espuma de barbear na gadelha, baton por todo o lado, ovos pisados, e por aí adiante.
Isto relembra-me a minha eterna sina: aprender com os nossos próprios erros. Para aqueles que não sabem - e já devem ser poucos dos que andam por este cada-vez-mais-popularizado blogue – no primeiro dia de um recém-entrado na FEUNL, não se pode praxar. Mas o que poucas pessoas saberão, ou então muitas sabem e só eu é que não sabia na altura, sobretudo porque era um miúdo imaturo e arrogante de 17 aninhos, é que não se deve insultar o Dux.
Isso foi das primeiras coisas que aprendi na Nova. Mas preferia que alguém me tivesse ensinado isso de livre e espontânea vontade, sem cobrar nada em troca. Mas o que aconteceu foi precisamente o contrário, quando um gajo qualquer se virou para mim e me perguntou:
- Sabes quem é que acabaste de insultar?
A resposta foi bastante óbvia, mas levei uma semana a pensar se tinha valido a pena ter insultado o Dux ou a mãe dele ou lá o que foi. Penso que sim, pois o balanço final foi, apesar de tudo, bastante positivo. A verdade é que andei sempre entre os Reis das Praxes e mais ninguém para além daqueles “porreiros” me podiam tocar. Ah, é verdade, tive o prazer de assistir ao Tribunal de Praxe em primeira fila, mesmo no centro da acção, como poucos caloiros tiverem oportunidade para o fazer. Mas hoje provavelmente teria tentado controlar os meus ímpetos, afinal o sacana do Valverde e do Figas também assistiram ao Tribunal, apesar de não ser permitido entrada a caloiros, e praticamente ninguém lhes tocou.
Mas não guardo rancores. Além disso, a vida há-de trazer justiça ao mundo! Pelo menos assim espero...
segunda-feira, setembro 24, 2007
Princípios de Economia
Eis os 10 princípios de economia do Mankiw, desconstruídos por um economista:
sábado, setembro 22, 2007
Se conduzir em Lisboa, não beba!
Mesmo que se tenha tratado de uma pura coincidência, fiquei a pensar se o meu portentoso Renault Clio, 1.2, de 1993, terá o aspecto de carro roubado, de ser conduzido por alguém tão distraído que deixe os documentos em casa, ou alguém tão estúpido que se meta nos copos antes de conduzir.
Ainda não consigo ter certezas, mas já tomei uma decisão em relação a esta grande problemática. Estou a pensar comprar um Opel Astra GTC, de 150 cavalos, um Porche 911 Turbo, um BMW ZO 3.0, ou qualquer coisa parecida, com a clara expectativa de que os bófias parem de me chagar cada vez que vêem o meu Clio.
quarta-feira, setembro 19, 2007
Para quem não saiba
segunda-feira, setembro 17, 2007
Tenho a confessar que...
Chamem-lhe mudanças de pressiorização, chamem-lhe cadeiras confortáveis, chamem-lhe ter dormido pouco na noite anterior, chamem-lhe alhear-me da realidade à minha volta.
Em cinco viagens a Cabo Verde, o que dá umas belas 16 voltinhas de avião, não falhei umazinha...
P.S: Será que preciso de 4.000 euros para montar um simulador de avião em casa...
Excentri-cidade
Quando aqui há uns tempos uma destas personagens se sentou ao meu lado no comboio e encetou conversações com o seu próprio reflexo no vidro da janela do comboio, com o qual se chateou ao fim de uns minutos, chegando ao ponto de lhe bater com o chinelo, eu não só me borrei de medo com a possibilidade de levar uma facada ou, pior, uma chinelada no meio dos olhos em plena hora de ponta no comboio, como também pensei que acabava nesse momento de preencher a minha quota anual de encontros imediatos com esgroviados.
Estava errado.
Hoje à hora de almoço, enquanto deambulava, ensonado, pela rua, fui abordado por um original que me pediu quatro mil euros.
A minha resposta de “Como assim, quatro mil euros?!” demorou uns segundos a ser processada. No entretanto, pouco mais fui capaz do que dirigir ao senhor o meu olhar pensativo, de testa enrugada e um olho mais aberto que o outro, enquanto tentava perceber se estava a ser assaltado ou apanhado. Perguntei-lhe se ele queria umas moedas. Ele respondeu que não, que queria quatro mil euros. Vai daí puxei da carteira, abri-a, fingi que tirava uma nota e fiz-lhe um nhecos. Acho que ele não percebeu, mas ao menos diverti-me.
:)
quarta-feira, setembro 12, 2007
Casa-trabalho, trabalho-casa e o valor das opções
Não estou a ser irónico. Confesso que eu próprio me surpreendi com quão agradável achei as deslocações casa-trabalho e trabalho-casa nesta rentré.
É verdade que senti, durante muito tempo, que dificilmente algum dia me manteria acordado num comboio. Ao primeiro tchun-tchun tchun-tchun – eis a triste onomatopeia que encontrei para o som das rodas nos carris – tornava-se-me quase impossível suportar o peso das pálpebras. Estranhamente, hoje em dia - não sei que aconteceu entretanto – passo a maior parte do tempo de viagem a ler, o que me dá, não só grande gozo, como também a sensação de que, de alguma forma que me é desconhecida, consegui domar a minha outrora indomável sonlência.
Depois do comboio, faço a pé o percurso até ao trabalho, o que me resulta igualmente agradável porque sigo na companhia da minha música e porque simplesmente retiro maior prazer de andar a pé na rua, agora que isso se tornou uma actividade rara.
Banalidades, no fundo.
Mas o meu ponto com esta baboseira toda é o seguinte: pese embora me queixe frequentemente de morar longe do trabalho, a verdade é que desta forma acabo por passar uma razoável parte do meu tempo a ler, a andar a pé e a ouvir música, três coisas que aprecio bastante. Certamente mais tempo do que aquele que despenderia vivesse eu em Lisboa, caso em que, suspeito, passaria a hora diária que pouparia em transportes, a vegetar no sofá ou a navegar à toa na internet.
E assim dou por mim a pensar se não será este um exemplo de como a falta de opções até pode acabar por ser benéfica...
: )
segunda-feira, setembro 10, 2007
O Sofrido Regresso ao Trabalho
Como se não bastasse toda a turbulência emocional de fim de férias, enfrentei ainda uma consulta no dentista à hora de almoço. É verdade que procuro encarar estas consultas como idas ao ginásio, seguro de que o trabalho ao nível dos abdmoninais é pelo menos idêntico. Mas acontece que não gosto de dentistas. Não só me fizeram sofrer no passado como guardo hoje a sensação de que alguns deles lutam para preservar o estatuto de mestres do terror. E tomo como exemplo o meu dentista.
O tipo suspira, o tipo ralha com a enfermeira, e, ocasionalmente, o tipo desabafa comigo qualquer coisa como “Ai ai ai!” ou pior, “Puxa, seu caso não é fácil não, ein!”. Por mais insignificantes que pareçam, estes pormenores deixam-me nervoso pela consciência que me dão da minha vulnerabilidade enquanto paciente deitado na cadeira mágica, com a boca invadida de algodões, aspiradores, espelhos e brocas.
Mas onde o meu dentista marca verdadeiramente pontos na escala do terror psicológico é nos pedidos que faz à enfermeira. Com toda a certeza, o malandro percebeu já que eu sei tanto de estomatologia quanto a recepcionista dele sabe soletrar o meu apelido. E aproveitando-se do facto, lá vai gritando à enfermeira os mais bizarros pedidos...
Na última consulta foi “MARIA, mi traiz a ispátula di incepição!”. Caramba, que fiquei perdido! Que ele quisesse a espátula, ainda estava disposto a aceitar. Agora que raio queria ele dizer com incepção?!
Esta semana foi “MARIA, ondi istá o bisturi com cabo, ein?”. Medo! Se há coisa que não se quer ouvir ao fim de 30 minutos de suspiros do dentista, e percebendo que o homem já tá a ficar um bocado alterado dos nervos, é ouvi-lo gritar pelo bisturi. Fonix...
Enfim, sobrevivi à consulta. E com esse peso fora da consciência, sou todo ambição por chegar vivo ao fim do dia. Amanhã poderá ser igualmente deprimente, mas sempre será um dia mais próximo do fim-de-semana.
:/
segunda-feira, setembro 03, 2007
Ode aos Calções
Mas o que realmente desconhecia era a nova tendência das mulheres em usarem calções... Isto já vem de algumas temporadas para cá, mas este verão acentuou-se drasticamente. No fundo, deve ser mais ou menos do mesmo género dos escoceses que usam saias... Mas eu gosto! Quero dizer, e permitam-me completar a minha ideia, gosto dos calções em miúdas! - não quero cá confusões no blog... Já me chegam as confusões do dia-a-dia.
quinta-feira, agosto 30, 2007
Princesa do Povo
Permitam-me discordar, mas grande parte da culpa deve-se aos habituais compradores das chamadas revistas cor-de-rosa.
Como a maior parte das pessoas sabe, este é um blog que foi pensado por licenciados em Economia (um pouquinho diferente de dizer Economistas, mas adiante). Assim, permitam-me relacionar a lei da oferta e da procura com a morte da Princesa Diana: se a procura não existisse, supondo que não existia em parte alguma qualquer tipo de interesse pela vida pessoal das mais diversas celebridades, a oferta não faria sentido existir. Deste modo, não deveria haver fotógrafos que desperdiçassem tempo da sua vida a espiar a vida dos outros, salvo situações de fetiche pessoal, uma vez que não conseguiriam ganhar uns trocos extras...
E, prontosss!, tenho dito! Aliás, estou completamente à vontade para falar porque não há uma única pessoa da minha família que compre essas porcarias de revistas. Pelo menos que eu saiba...
quinta-feira, agosto 16, 2007
Fenómenos climatéricos
:))
domingo, agosto 12, 2007
Planeta Ronaldo

A SIC acabou de repetir a reportagem feita por Nuno Luz sobre a vida de Cristiano Ronaldo. Desta vez acabei por ver...
Goste-se ou não do seu estilo (eu acho que ele ainda é um pouco individualista na forma como joga, mas quem sou eu...), é inegável que ele é bom jogador. Não esquecendo que ainda é relativamente novo, mesmo no mundo do futebol.
Uma das coisas que mais me impressionou nesta reportagem foi a persistência com que ele seguiu (segue) o seu sonho. Por exemplo, treinar às escondidas, à uma da manhã, no ginásio do Sporting, com pesos nos pés com o intuito de tornar-se mais rápido e ter maior controlo no campo... é qualquer coisa!
Oh rapaziada cá da casa, quantas vezes fizeram este tipo de exercício? Pois...
Moral da história (versão feminina): Força de vontade! Sem dúvida das melhores armas que podemos ter.
quinta-feira, agosto 09, 2007
Be Kind Rewind
Gamado sem um pingo de vergonha do blog do Markl, aqui está o trailer de novo filme do Michel Gondry (o mestre do Eternal Sunshine of the Spotless Mind).
Acho que este promete.

