Pus-me a pensar nas angústias da minha própria existência antes de despir a postura do assessor independente, e eis como vi a minha vida:
Os pensamentos livres de um grupo de economistas com ligações sentimentais ao Colégio de Campolide e respectivas, por ordem de importância, cantinas e mesas de ping-pong e matrecos


A tarde trouxe-me "Hollywoodland", um filme à imagem de L.A. Confidential, onde Louis Simo (Adrien Brody), um detective privado, investiga a morte do Superhomem das séries de TV, George Reeves (Ben Affleck). Surpreendentemente, o Ben até nem vai muito mal. Pode ser por fazer papel de mau actor, mas mesmo assim e com uns quilinhos em cima, pareceu-me o seu melhor papel. Um filme envolto em mistério até final, e que embora com um final nada surpreendente, consegue entreter e manter a audiência animada, no meio das intrigas do mundo do espectáculo.
Tenho a sensação que estou a assistir, em primeira mão, a alguém que vai mudar a história do Ténis.
Um tipo do banco, cara-podre, penetra a meio da noite na festa de um aparente milionário, mandando o pianista parar de tocar, gerando um daqueles silêncios constrangedores, e interrompendo a conversa do milionário com as 4 ou 5 babes que o rodeiam. Gera-se de seguida um diálogo do tipo:
... há os que se esfolam para abrir o jogo e não conseguem nada...
... e há os que, mais ou menos depressa, chegam ao fim, só para perceber que tudo se resume a uma questão de sorte. 



