
- "Quem foi o parvo que fez isto?"?
Só me lembrei de dizer: "Vê nas propriedades do documento quem o criou". Depois saí com um sorriso demente a pensar na cara dele.
Questão dois:
Vamos comprar bilhetes para Bloc Party ou não gostam de boa música? Os pensamentos livres de um grupo de economistas com ligações sentimentais ao Colégio de Campolide e respectivas, por ordem de importância, cantinas e mesas de ping-pong e matrecos

Vamos comprar bilhetes para Bloc Party ou não gostam de boa música?
Acabei ontem de ver a primeira série do Lost. Arranquei céptico, é verdade, mas cheguei ao fim devoto. Acho o conceito da série bem pensado: várias personagens que sobrevivem inexplicavelmente a um desastre de avião (entre as quais a bela e sedutoramente mázinha Kate), e vêem-se forçadas a conviver numa estranha ilha. O ambiente criado parece-me uma mistura da Ilha Misteriosa do Júlio Verne, com um policial da Agatha Christie (em que progressivamente se vão revelando os segredos das personagens), amparando ainda uns pózinhos de X-files. Muito bom!

"Com mil laios e coliscos! Aquele goldito ali é o DJ Loulo! Ai que baliga sensual... Caga nos outlos, quelo uma foto dele..."

"Ai, Vilgem Malia, tu não te desglaces. Tila a foto do glupo todo como te pedilam. AI! O DJ Loulo agalou o galgalo da galafa! Plontox, estou fola de contlolo..."

PS - As fotos não foram editadas nem cortadas. Foram mesmo tiradas assim...
Vagueiam rumores de ser o Babel um dos melhores filmes do ano. Constou-me até que seria mais intenso do que o vinte e UM - não vinte e duas, como ainda ontem ouvi no restaurante, enquanto almoçava – vinte e um (repito) gramas (anterior filme do realizador, Alejandro Iñárritu). E caneco!, como eu gosto do 21 gramas... A oportunidade de assistir à ante-estreia do filme pareceu-me, portanto, uma benção dos céus.
E foi mesmo, mas por outras razões. Porque aconteceu no saudoso S. Jorge. E porque poupei um mês de expectativa crescente, que culminaria, sei-o agora, numa grande decepção. Assim sempre houve algum damage control. O filme até é bom, com várias histórias em paralelo a desenrolarem-se em realidades completamente diferentes, intercaladas de forma a deixarem o espectador permanentemente suspenso. E aprecio a intenção de mostrar o caos do mundo moderno.
Isto é lindo! Não coloco de parte a possibilidade de vir a investir numa qualquer banda, pensando, por exemplo, no Bono a contar como pediu £ 500 emprestadas ao pai, para gravar um álbum em Londres.


- E também porque o último a chegar ao Campolide é um ovo podre.




PS - A quem ainda não viu o "Eternal Sunshine of the Spotless Mind" (Despertar da Mente), opá, mas que raio andam vocês a fazer na Internet a estas horas?! Vão mas é alugar o filme que já levam uns bons dois aninhos de atraso...
Hoje acordei com Música.
Se não a boa forma musical, aos actuais Guns N' Roses há que reconhecer pelo menos a coerência e a vassalagem perante os eternos valores da banda. É o que penso acerca da notícia de que a banda cancelou um concerto em Portland porque foi proibida de beber álcool em palco.
Era para ser The Departed, mas os bilhetes já estavam esgotados. Alternativa: Children of Men. Misto de ficção científica com filme de acção e intriga política.
Incrível como há imagens que nos ficam na memória para sempre!Pela minha parte, acho que faltam aqui alguns nomes incontornáveis. Estou a pensar, por exemplo em qualquer elemento da Tertúlia Côr-de-Rosa, que muito facilmente consquistaria o meu voto. No Cláudio Ramos votaria duas vezes.
Sinto-me em tremenda maré positiva no que toca a cinema. Nas últimas semanas, tive a oportunidade de ver umas ricas pérolas. E caramba, ver bom cinema é uma experiência avassaladora...
Há, confesso, um certo abatimento ao sair tarde do trabalho depois de um dia enfadonho. Compensa-me e é especial o prazer dos 20 minutos a pé que me separam da estação de comboios, pelas ruas escuras, frias, por vezes salpicadas de poças e já quase vazias da cidade. Só eu e, aleatórios, um ou outro pensamento e a banda sonora.
Conclusão? Nem sempre é possível ser-se relativista quando andamos na fossa, portanto deixem-se disso nos momentos bons, que esses são para gozar!
A Baby Rock Records, assim se chama a empresa, já converteu músicas de bandas como Radiohead, Coldplay, Nirvana, Mettalica, The Cure e Pink Floyd. E o curioso é que o resultado soa mesmo bem! 