
Já tentei comer mais fruta, mais pastilhas, comer bolachas de cereais, mas não consigo deixar de as devorar.
Os pensamentos livres de um grupo de economistas com ligações sentimentais ao Colégio de Campolide e respectivas, por ordem de importância, cantinas e mesas de ping-pong e matrecos

"Com mil laios e coliscos! Aquele goldito ali é o DJ Loulo! Ai que baliga sensual... Caga nos outlos, quelo uma foto dele..."

"Ai, Vilgem Malia, tu não te desglaces. Tila a foto do glupo todo como te pedilam. AI! O DJ Loulo agalou o galgalo da galafa! Plontox, estou fola de contlolo..."

PS - As fotos não foram editadas nem cortadas. Foram mesmo tiradas assim...
Vagueiam rumores de ser o Babel um dos melhores filmes do ano. Constou-me até que seria mais intenso do que o vinte e UM - não vinte e duas, como ainda ontem ouvi no restaurante, enquanto almoçava – vinte e um (repito) gramas (anterior filme do realizador, Alejandro Iñárritu). E caneco!, como eu gosto do 21 gramas... A oportunidade de assistir à ante-estreia do filme pareceu-me, portanto, uma benção dos céus.
E foi mesmo, mas por outras razões. Porque aconteceu no saudoso S. Jorge. E porque poupei um mês de expectativa crescente, que culminaria, sei-o agora, numa grande decepção. Assim sempre houve algum damage control. O filme até é bom, com várias histórias em paralelo a desenrolarem-se em realidades completamente diferentes, intercaladas de forma a deixarem o espectador permanentemente suspenso. E aprecio a intenção de mostrar o caos do mundo moderno.
Isto é lindo! Não coloco de parte a possibilidade de vir a investir numa qualquer banda, pensando, por exemplo, no Bono a contar como pediu £ 500 emprestadas ao pai, para gravar um álbum em Londres.


- E também porque o último a chegar ao Campolide é um ovo podre.




PS - A quem ainda não viu o "Eternal Sunshine of the Spotless Mind" (Despertar da Mente), opá, mas que raio andam vocês a fazer na Internet a estas horas?! Vão mas é alugar o filme que já levam uns bons dois aninhos de atraso...
Hoje acordei com Música.
Se não a boa forma musical, aos actuais Guns N' Roses há que reconhecer pelo menos a coerência e a vassalagem perante os eternos valores da banda. É o que penso acerca da notícia de que a banda cancelou um concerto em Portland porque foi proibida de beber álcool em palco.
Era para ser The Departed, mas os bilhetes já estavam esgotados. Alternativa: Children of Men. Misto de ficção científica com filme de acção e intriga política.
Incrível como há imagens que nos ficam na memória para sempre!Pela minha parte, acho que faltam aqui alguns nomes incontornáveis. Estou a pensar, por exemplo em qualquer elemento da Tertúlia Côr-de-Rosa, que muito facilmente consquistaria o meu voto. No Cláudio Ramos votaria duas vezes.
Sinto-me em tremenda maré positiva no que toca a cinema. Nas últimas semanas, tive a oportunidade de ver umas ricas pérolas. E caramba, ver bom cinema é uma experiência avassaladora...
Há, confesso, um certo abatimento ao sair tarde do trabalho depois de um dia enfadonho. Compensa-me e é especial o prazer dos 20 minutos a pé que me separam da estação de comboios, pelas ruas escuras, frias, por vezes salpicadas de poças e já quase vazias da cidade. Só eu e, aleatórios, um ou outro pensamento e a banda sonora.
Conclusão? Nem sempre é possível ser-se relativista quando andamos na fossa, portanto deixem-se disso nos momentos bons, que esses são para gozar!
A Baby Rock Records, assim se chama a empresa, já converteu músicas de bandas como Radiohead, Coldplay, Nirvana, Mettalica, The Cure e Pink Floyd. E o curioso é que o resultado soa mesmo bem! 
Hoje, Vinokourov, também conhecido por Vino ou Super-Cazaque, conquistou a Volta a Espanha, conseguindo finalmente o reconhecimento mundial que todos os grandes ciclistas almejam um dia alcançar, apoiado por uma equipa forte, a Astana, da qual faz parte Sérgio Paulinho.
Enquanto me debato para controlar a besta festiva que ameaça saltar do meu peito para o mundo, pergunto-me a mim próprio se irei sentir saudades de:
A propósito do «Prós e Contras» de ontem, gostava de saber quem foi que pensou que o Mário Soares poderia ter algo de interessante a dizer... Custa-me igualmente perceber por que raio continua a Fátima de Campos Ferreira a liderar o que quer que seja, quanto mais um programa na televisão.
Uma das minhas bosses voltou hoje das suas férias, passadas na Sicília. Ao chegar, beliscou-me a bochecha direita, deu-me duas chapadinhas, agarrou-me com as palmas das mãos pelas duas orelhas e disse-me que sempre tinha prezado a nossa amizade.