terça-feira, dezembro 26, 2006

Os Guns Estão On Fire

Aqui há umas semanas, como devidamente reportámos no blog, os Guns N' Roses cancelaram um show porque as autoridades não lhes permitiram levar bebidas alcoólicas para o palco, dado o aparato pirotécnico do show.

Desta vez, e aparentemente sem proibição nenhuma, durante um concerto da banda em Los Angeles, "a p... da bateria pegou fogo". Assim terá sido o relato de Axl Rose, segundo a Antena 3.

Depois de "Axl morde perna de segurança" e "Axl não actua sóbrio", eis que os Guns continuam a dar que falar. Pena é que já não seja por serem a cambada de drogados-bêbados-arruaceiros-a-viver-em-casa-de-strippers absolutamente geniais que em tempos foram...

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Pasmo

Antes de mais informo que o meu distanciamento do blog se deve à minha actual condição de "desligado" da internet no meu posto de escravatura.
De volta ao motivo deste post, ontem mostraram-me os videos que podem apreciar abaixo. Admito o meu pasmo ao ver algo que é deveras dificil, não so de tocar ams ainda mais de compor. Aqui os deixo, mesmo me sujeitando ás criticas de estar a encher o blog de videos:

FELIZ NATAL!!!

Para todos os habitantes e visitantes desta humilde mas honrada espelunca, aqui deixamos, juntamente com a lembrança dos mais importantes e universais símbolos do Natal, os nossos sentidos votos de um Natal Muita Bom e de um Ano Novo Assim Também Muita Bom!

























Haja amor!

by Caixa and Lemmings

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Um post atrasado!

Parabéns a nós! Eu que pensava que só seria person of the year da Time quando tivesse uns 25 anos... Afinal foi bem mais cedo!


PS: Reparem na importância da inexistência da virgula na frase: "Um post atrasado!" ao invés de "Um post, atrasado!"

Contagem de Calorias

Esta semana já comi mais de 700 gramas de bolachas, e todas de chocolate porque são as únicas que gosto. Fez-me lembrar alguém que todos conhecemos bem:



Já tentei comer mais fruta, mais pastilhas, comer bolachas de cereais, mas não consigo deixar de as devorar.

Jantal de Natal

Uma cambada de economistas invadiu a cave do restaurante chinês para o seu tradicional jantar de Natal. Uma longa tradição, que leva já os seus dois anos. Ainda me lembro da primeira reunião como se tivesse sido há um ano...

Boa jantarada com muita risada na hora de trocar presentes. Valia a pena captar o momento Kodak para a posteridade. Pedimos à senhora dona do restaurante chinês para tirar a foto. Eis o resultado e o que passou pela mente da senhorita enquanto tirava as fotos:

"Quelidos, não demolem muito que tenho muito tlabalho. Olha vou já tilal uma enquanto se plepalam, pala despachal isto... Tlungas!"

"Com mil laios e coliscos! Aquele goldito ali é o DJ Loulo! Ai que baliga sensual... Caga nos outlos, quelo uma foto dele..."

"Ai, Vilgem Malia, tu não te desglaces. Tila a foto do glupo todo como te pedilam. AI! O DJ Loulo agalou o galgalo da galafa! Plontox, estou fola de contlolo..."

PS - As fotos não foram editadas nem cortadas. Foram mesmo tiradas assim...

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Já Que Andamos Numa de Nostalgia...

...a vida não era bem melhor quando ficávamos em casa na altura do Natal e víamos, por vezes até com gosto, o Natal dos Hospitais, apresentado pela lenda viva que é o Euládio Clímaco?

Num desses anos longíquos, era já noite e vegetava eu na salinha da minha casa, mais ocupada que o habitual, porque lá tinham de caber a árvore de Natal, os presentes e o aquecedor, indispensável nos dias mais frios, e por isso também mais acolhedora que o habitual... Vegetava eu na salinha da minha casa, quando chegou o meu pai a casa com um embrulho nos braços, que prontamente abri, porque lá em casa a tradição sempre foi respeitada, mas nunca venerada.

(Fui o tipo de criança que durante as férias de Natal abre os embrulhos, brinca com os presentes durante o dia e, antes dos pais chegarem a casa, volta a embrulhá-los e pô-los debaixo da árvore.)

... Naquele dia, o meu pai trazia-me um órgão Casio. Era a minha prenda de Natal... Verdade seja dita, o órgão era uma merda, mas lá dava para tocar o Malhão Malhão com dois dedos, e, quando a coisa se tornava aborrecida, carregava-se no Demo e ouvia-se uma demonstração de música popular do mais baixo nível de que tenho memória. Mas como eu gostei daquele presente! Como me diverti durante meses e meses! A professora de música dizia que eu tinha bom ouvido, e não a desiludi. Nesse ano, toquei o "Cheira bem, Cheira a Lisboa" na festa de encerramento do ano lectivo.

Como tudo era mais simples...

terça-feira, dezembro 19, 2006

Clark Kent

Recebi um convite para uma festa de máscaras em que só se pode entrar se formos vestidos de super herói.
Quando andava de bibe, com animais que encontrava nos bolsos, carrinhos na mochila e com ténis de velcro, era um expert em desenhos animados e heróis. Quando não estava a brincar com legos, a jogar futebol, a partir berlindes ou a lançar o pião, debatia incessantemente com os meus amigos, qual seria o desfecho de uma luta entre um T-Rex e o Godzilla, entre o Tatanka e o professor Neves (o professor dos alunos mais velhos, da 4ª classe) e entre o Cyclops e o Wolwerine.
Naquela altura, os super heróis usavam capa (quase todos), e eram eles: o homem aranha, o batman, os Cavaleiros do Zodíaco, o songoku, tantos do X-Men, o super-homem e muitos mais.
Se calhar sempre foi a minha costela esquerdista, mas sempre preferi os mais fracos, por isso o meu preferido sempre foi o Clark Kent. Não era o super homem, era o Clark Kent!
O super ego do Clark podia ter a Lois, só por ser quem é. O Clark tinha que a conquistar, que ser melhor que o seu super eu. Se ele ganhasse, teria a Lois. Seria quase o mesmo que eu conseguir conquistar a Cristina da terceira classe, sendo eu apenas um puto dois anos mais novo.
Recorrendo a estas memórias, decidi, se for à festa irei mascarado com gel, um caracol, uns óculos, uma malha debaixo do fato e uma capa vermelha por baixo da camisa, e se a minha Lois (engraçado, também começa por L) estiver em apuros, voo (como quem diz, conduzo o meu peugeotzito) até ela e defrontarei os vilões que a atormentam, normalmente uma aranha ou uma barata (e aproveito e levo-as no bolso, hábito que nunca perdi).

Jingle Bells, Jingle Bells

Esta é possivelmente a mais especial altura do ano. Faltam poucos dias para o Natal, uma semana depois é a passagem de ano, e dois dias depois o mundo chora em lamento pelo nascimento de... mim.

Isto significa que no espaço de uma semana e um dia acontecem os 3 dias mais importantes do ano para... mim. Não é lá muito tempo para saborear as coisas. Pessoalmente, preferiria ter estes momentos festivos mais espaçados no tempo. Celebraria a passagem de ano, por exemplo, no dia 17 de Setembro.

Ainda assim, fico feliz porque, aconteça o que acontecer nos próximos dias, sei que não vou trabalhar no fim-de-semana. Afinal de contas, e apesar dos esforços dessa gentalha extremista, o Natal ainda é sagrado, mesmo para um agnóstico.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Haja Música

Para celebrar o regresso do Youtube e das drivers de som ao meu computador do escritório, nada mais apropriado do que aqui deixar....

...um sonoro WOOO HOOOOOO!

Nada disso! Atendendo à ausência recente de posts musicais, e considerando o desafio lançado pelo nosso venerável visitante Sousa, nada mais apropriado do que aqui deixar um vídeo de uma das performances mais... sui generis... que vi e ouvi nos últimos tempos. Com a chancela de aprovação CAMPOLIDE, eis a orquestra de Ukeleles da Grã-Bretanha:

Momento Xutos e Pontapés

(ou aquilo que não se pode gritar no espaço de trabalho, quando se perspectivam duas semanas de horror pela frente)

AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIII
A P##A DA MINHA VIDA!

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Postem, Amigos e Amigas, Postem...

O Campolide anda bem de saúde. Mas amigos e amigas, acho que podemos fazer melhor. Nesse sentido, venho aqui lançar alguns desafios aos restantes membros bloggers do Campolide, homens e mulheres de sensatez histórica, eu diria mesmo pré-histórica!, famintos de conhecimento, promíscuos das artes, que tresandam de criatividade e atrevimento... Eis alguns exemplos de posts com que, penso, vocês, amigos e amigas, poderiam dar um contributo especial à nossa espelunca:

Ricardo:_____"Defesa Pessoal: Saber Usar Uma Cassete VHS"
Tosttas:_____ "PES 6: O Melhor Jogo de Sempre"
Valverde:___ _Pois... Este não sei...
Lou:________ “Têxtos em Algarvês”
Lemmings:___"Prós e Contras: Scarllett Johansson Barrada em Manteiga"
Valverde:____ Ainda não sei... Só se for... Epá não sei...
Paulo:_______“Um Amigo Meu Uma Vez Desmentiu Uma História... E Prontox”
Alex:________“Descontraia-se: Os Melhores Lugares Para Dormir no Metro”
Valverde:____ Só se for “O Melhor Filme de Sempre: Casino Royale no dia 25 de Novembro, Casino Royale no dia 1 de Dezembro, ou simplesmente Chicken Little?”
Fisgas:______ “Literatura de WC”

Babel e a Precedência

Vagueiam rumores de ser o Babel um dos melhores filmes do ano. Constou-me até que seria mais intenso do que o vinte e UM - não vinte e duas, como ainda ontem ouvi no restaurante, enquanto almoçava – vinte e um (repito) gramas (anterior filme do realizador, Alejandro Iñárritu). E caneco!, como eu gosto do 21 gramas... A oportunidade de assistir à ante-estreia do filme pareceu-me, portanto, uma benção dos céus.

E foi mesmo, mas por outras razões. Porque aconteceu no saudoso S. Jorge. E porque poupei um mês de expectativa crescente, que culminaria, sei-o agora, numa grande decepção. Assim sempre houve algum damage control. O filme até é bom, com várias histórias em paralelo a desenrolarem-se em realidades completamente diferentes, intercaladas de forma a deixarem o espectador permanentemente suspenso. E aprecio a intenção de mostrar o caos do mundo moderno.

Mas a fasquia estava muito alta e o salto saiu curto. É que o 21 gramas tinha sido surpreendente, arrepiante, e, não fosse foleiro confessá-lo, diria que me comoveu. Em suma, o Babel é intrigante, o 21 gramas é um murro na barriga.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Sell a Band

Amantes da música, amantes do dinheiro e, acima de tudo, amantes da música e do dinheiro, esta informação poderá interessar-vos.

Soube hoje de um interessante conceito que surgiu na Internet, que junta a divulgação de bandas de garagem, com a possibilidade de ganhar retornos com a sua ascensão ao estrelato. No site http://www.sellaband.com/, bandas de música anónimas poderão inscrever-se e procurar quem financie o seu projecto (believers). E qualquer pessoa pode ser um believer, investindo $10, que, caso essa banda se torne famosa, terão como retorno uma cópia gratuita do álbum e uma parcela das receitas da sua venda.

Isto é lindo! Não coloco de parte a possibilidade de vir a investir numa qualquer banda, pensando, por exemplo, no Bono a contar como pediu £ 500 emprestadas ao pai, para gravar um álbum em Londres.

Para além disso, uma vez investidor, imagino-me a telefonar para o estúdio: “Hey! Thom New Yorke, daqui fala o accionista. É só para dizer que acho que deviam tocar a Karma Squad uma oitava acima. Um abraço à malta e nada de poupar nas drogas, ok?

terça-feira, dezembro 12, 2006

Coisas Por Inventar

À consideração dos cientistas que visitam o blog, aqui deixo a minha sugestão para mais uma invenção de extrema utilidade para a Humanidade: a (rufam os tambores) bateria humanizada (tchan tachan)!

A bateria humanizada caracterizar-se-ia pela sua imensa flexibilidade. Assim, caso fosse necessário, poder-se-ia utilizar muito para além dos habituais 2 dias, mas com a contrapartida de ser necessário carregá-la durante mais tempo.

Por exemplo, num caso de telemóvel, imaginem que é sexta-feira à noite e há pouca bateria. Como é óbvio não dá jeito nenhum ficar incontactável no meio das conversações com os amigos em que se decide se se vai ao cinema ver The Departed ou ao Bairro Alto. Com a bateria humanizada, continuar-se-ia a usar o telemóvel indefenidamente. Mas quando finalmente o fosse carregar, ele demoraria, vá lá, 10 horas a ficar com a carga completa, ao invés de apenas 5 horas.

A bateria designar-se-ia humanizada porque teria características semelhantes ao corpo humano. Poderia aguentar vários dias sem descanso, mas eventualmente teria que passar umas boas horas em recuperação.

PS - Esta bateria já existe e é utilizada nos telemóveis da série 24

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Pedagogia

É actual dicutir-se os impactos que têm nas crianças alguns programas de televisão. O wrestling, por exemplo, tem sido sovado a torto e a direito, por psicólogos, pediatras, bloggers e até lutadores. Aconselha-se a leitura da opinião do companheiro, amigo, palhaço Alex.

Pessoalmente, não gosto do wrestling, mas vi o suficiente quando era puto para, na opinião de especialistas, aprender uma série de comportamentos violentos, que, aliás, gosto de praticar nos amigos católicos quando se me acabam os argumentos anti-religião.

Sobretudo acho que esta conversa já fede, de velhinha e decomposta que está, aplicada a tudo quanto é entertenimento infantil. No entanto, dois parágrafos e meios depois do título eis que surge o ponto do meu post, nunca se falou dos efeitos nocivos, prejudiciais e, tomo o atrevimento de escrever, maus! de programas como a Tertúlia Cor-de-Rosa da SIC ou as velhinhas do tricot na TVI.

Em ambos os casos, há personagens a debater roupa e actualidades da sociedade e das revistas cor-de-rosa. Que é como quem diz, a coscuvilhar. Por exemplo, sobre os rumores de que o Cristiano Ronaldo namora com a Diana Chaves, estes comentadores estão lá para contribuir com conversas do género:
- Eles namoram e acho muito bem. Vão ser felizes para sempre
- Nunca vai resultar porque o Cristiano ama de verdade é a Merche
- A Diana é muito inteligente e está bem para o Cristiano

Isto é mau, mas fico com a sensação que escolhi a mais elevada das conversas que esta trupe teve durante... sei lá... a vida toda! Não interessa... O que é espantoso é ninguém reflectir sobre as consequências destes programas! Sobre como alguns dos problemas da nossa sociedade (quadrilhice, desconfiança e tacanhez) são agravados com estas intervenções.

Agora imaginem duas coisas: primeiro, a quantidade de crianças em idade pré-escolar que fica em casa a ver estes programas, e segundo, essas mesmas crianças a formar um exército de adultos que daqui a 20 anos vai andar pelas ruas das nossas cidades a sussurar comentários sobre a roupa das pessoas que por elas passam, enquanto levam penduradas do pescoço as suas duas agulhas de tricot!

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Mortal Kombat na Linha de Sintra

Apesar de toda a minha experiência em técnicas de sobrevivência nos comboios, perdoem-me a imodéstia, continuo a cometer erros como se fossem os anos 80, altura em que fazia as minhas primeiras viagens, ainda nos velhinhos comboios em que as portas só fechavam de vez em quando e os assentos eram almofadados.

Hoje cometi imprudências. Não entrei na minha habitual porta e sentei-me junto ao corredor. Quem se expõe desta forma merece o seu castigo. E o castigo entrou na estação de Massamá e colocou-se-se em pé junto a mim... O relato que se segue é inspirado no jogo Mortal Kombat:

ROUND 1, FIGHT - Em condições normais, quando chegasse a Queluz já eu estaria na tal terra onde “podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal” e onde “toda a gente trata a gente toda por igual”. Mas não hoje.... Pálpebras pesadas, desperto com o som de uma tubagem meio entupida. Género alguém a sorver com uma palhinha as últimas gotas de Coca-Cola... “Fonix, que esta mulher tem uma respiração esquisita”, penso eu.
ROUND 2, FIGHT – “Oh não, ela respira como o Darth Vader! E que volume! Caixa, não penses nisso, tu não penses nisso, porra! Senão já não dormes mais o caminho todo...
ROUND 3, FIGHT - O comboio enche. A mulher está apertada no corredor, o que a obriga a debruçar-se mais sobre a minha cabeça. O som do Darth Vader a respirar está agora bem junto ao meu ouvido direito e está a deixar-me louco. Estou prestes a cometer um gericídio!
ROUND 4, FIGHT – Sinto uma corrente de ar a atingir o meu cabelo ainda molhado. “Epá, não dá! Ela tá a respirar para cima de mim?!
ROUND 5, FIGHT – Começo a ouvir a mulher a fazer ruídos com a língua e com a saliva... “Que nojo!!!
ROUND 6, FIGHT – Por esta altura, já só quero que o comboio ande depressa. Porque é que ainda não há a porra de um TGV nos subúrbios?! A mulher está cada vez pior e respira com mais força. A minha barra de energia está a ficar vazia. Ela faz um ruído com a garganta, ouvem-se movimentações de expectoração... É o meu fim...

FINISH HIM! – A mulher tosse com convicção. Olho para o lado e as mãos dela continuam a segurar o chapéu de chuva. “AAAAHHHH! Ela não pôs a mão à frente!

FATALITY...

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Não fui feito para ser estrela

Depois de perder os dois dias de wrestling do ano, conforme noticiado também no blog do Alex, voltei a falhar nos sítios onde ir.

Não é que ontem, decorreu no Colombo uma sessão de autógrafos com o campeão mundial de wrestling, e eu não soube de nada??




Soubesse eu mais cedo, tinha ido lá desafiá-lo para um braço de ferro, e estaria hoje rico e famoso...

terça-feira, dezembro 05, 2006

Tabaco? Não, obrigado.

Não. Eu não. Eu seria incapaz de estar com alguém que fume. Nunca!

Bom... Talvez se encontre por aí uma ou duas excepções. Talvez...

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Serve apenas para comunicar que...

eu vim no avião com a Cat Power, o Judah Bauer (da JSBX) e o Greg Foreman (dos The Delta 72) e nem uma foto ou um autografo saquei. Estou a ver que nem com o anúncio da Yorn fico famoso! :)