Era uma vez um jovem que vivia muito feliz porque tudo lhe corria de feição: na escola ia passando com menor ou maior dificuldade, os pais gostavam muito dele, tinha uma namorada que lhe fazia tudo o que queria e em breve iria haver uma grande festa na sua aldeia, a qual aguardava à muito tempo, porque passou muito tempo a treinar como dançarino e julgava-se o melhor do mundo nessa matéria, de tal forma que já tinha encomendado a coroa, sinal de rei da pista de dança.
No dia da festa, vestiu o seu melhor fato e lá foi ele. Quando chegou ainda ninguém estava a dançar, portanto pode escolher o par que mais lhe agradava.
Contudo, segundos depois de começar a dançar, começaram também as gargalhadas de todos.
As coisas estavam a correr muito mal.
Claro que ele não tinha a culpa...o par era péssimo, o chão era a descer e escorregadio, os músicos eram insuportáveis, estava uma ventania desgraçada, a mãe tinha-lhe dado uma comida desadequada...bem um sem número de conjugações divinas que lhe roubaram o título de melhor dançarino da festa.
Mas atenção, não façam juízos precipitados, ele era de facto O melhor dançarino!
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